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Comportamento

Eu, viciado em celular? Se você se encaixa em um desses três casos, tome uma atitude

Às vezes o vício no celular pode ser a ponta do iceberg de alguma outra questão mal solucionada em nossa vida

O celular se tornou onipresente em nossas vidas. É difícil imaginar outro cenário se levarmos em conta que o aparelho substitui, de uma só vez, uma série de objetos que há poucos anos faziam parte do nosso cotidiano: relógio, calculadora, despertador, agenda, câmera fotográfica, laptop, rádio, mapa, espelho, televisão e por aí vai, além de funções como movimentações financeiras e a solicitação de serviços de transporte ou entrega de alimentos.

No entanto, todos estamos conscientes do risco de dependência a que estamos sujeitos com esse regime de uso do aparelho. A pergunta é: será que eu mesmo devo me preocupar e me considerar viciado na telinha? O psicólogo Cauan Esplugues Silva listou para o Sempre Família três aspectos que podem configurar uso excessivo de celular:

1) Quando o uso intensivo leva ao afastamento de relações de carne e osso e a socialização fica comprometida;

2) Quando o uso intensivo traz riscos à saúde física, seja pela diminuição do tempo de sono, seja pela distração durante a direção;

3) Quando o uso intensivo gera efeitos psicológicos que se fazem sentir, como irritabilidade e ansiedade nas situações em que não se pode utilizá-lo e a fixação por verificar notificações.

Se você se encaixa em pelo menos uma dessas situações, fique de olho e procure tomar alguma medida. Às vezes, o vício no smartphone pode ser a ponta do iceberg de alguma outra questão mal solucionada em nossa vida.

Como os smartphones mudaram o tempo em família

“Todo vício ou dependência possui um fundo emocional. Os excessos evidenciam questões psicológicas diversas”, explica Silva. “Pode ser percebida, por exemplo, a necessidade excessiva do uso do celular na comunicação interpessoal por alguém com dificuldade em se relacionar presencialmente”.

Uma vez tomada a decisão de reduzir o uso do celular, o próprio aparelho pode ser um aliado. Há vários aplicativos que têm como objetivo controlar o nosso contato com a telinha, quer desabilitando funções, quer simplesmente fornecendo dados que nos ajudam a entender o que exatamente está nos prejudicando.

Aplicativos como aliados

O Moment, por exemplo, gera gráficos que mostram em quais aplicativos você gasta mais tempo. Já o Flipd exibe uma contagem regressiva e avisa sobre o uso excessivo do celular. O Siempo, por sua vez, é mais drástico: com ele, você precisa digitar o aplicativo que deseja usar assim que desbloqueia a tela, exercitando o seu foco no uso do aparelho.

“Outra estratégia possível é evitar a utilização do celular nas tarefas que não requerem o seu uso, como atividades físicas, ou criar pequenos desafios diários – tomar café da manhã sem usá-lo, por exemplo”, sugere o psicólogo. “Além disso, também pode ser útil desligar o aparelho ou evitar que esteja ao alcance das mãos em atividades que requerem atenção constante”. Se nada disso surtir efeito, não hesite em procurar a ajuda de um profissional da área da psicologia para entender o que está acontecendo e encontrar uma saída.

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