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Crédito: Bigstock.
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Ranking

As 10 melhores cidades do Centro-Oeste para se viver

A Região Centro-Oeste onde se localiza a capital do Brasil e a natureza exuberante do Pantanal tem muito mais a oferecer

Para quem mora em outras localidades do país, a Região Centro-Oeste é lembrada por seus vastos campos dedicados à agropecuária e pela natureza exuberante do Pantanal. A densidade demográfica da região é baixa quando comparada às outras e, quando pensamos em cidades, certamente Brasília é a mais famosa, mas a região tem muitos outros centros urbanos além da capital federal. Alguns deles, inclusive, apresentando bons índices de desenvolvimento humano.

Na lista a seguir estão os 10 municípios mais bem colocadas no ranking montado exclusivamente com os dados que compõem o último Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Basicamente, são levados em conta três itens: vida longa e saudável (longevidade), acesso ao conhecimento (educação) e padrão de vida (renda). A partir dos cálculos de cada um desses fatores, se chega ao índice geral de IDHM, organizado no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, divulgado em 2013.

A metodologia do índice foi adaptada do IDH Global pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pela Fundação João Pinheiro.

 

1.º Brasília (DF)

Crédito: Bigstock.
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A capital do Brasil está no topo do ranking do Centro Oeste e detém larga vantagem sobre as cidades seguintes. É a única da região a constar no top 10 dos maiores índices de desenvolvimento humano do país – ocupa a nona posição – e, com o IDHM de 0,824, também é a única a alcançar a faixa das cidades consideradas de desenvolvimento “muito alto”. Jovem, com apenas 55 anos de existência, além de ser o centro da política nacional, Brasília é conhecida no mundo todo por seu planejamento urbano inovador. É considerada por muitos como a obra-prima do arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer, responsável por vários de seus edifícios, e também como a realização mais lembrada do presidente Juscelino Kubitschek, que inaugurou a cidade em abril de 1960. A população da cidade hoje é de 2,9 milhões de habitantes.

 

2.º Goiânia (GO)

Crédito: Bigstock.
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Com 81 anos, Goiânia foi outro município planejado antes de ser densamente habitado. Historiadores consideram que sua inauguração teve influência direta do movimento Marcha para o Oeste, iniciativa liderada pelo governo de Getúlio Vargas, na década de 30. A população de Goiânia hoje é de aproximadamente 1,4 milhões de habitantes e seu IDHM é de 0,799. Hoje, no país todo, Goiânia é conhecida como exportadora da cultura sertaneja. Foi lá que surgiram algumas das duplas de músicos mais famosas do país no gênero, como Leandro & Leonardo, Zezé di Camargo & Luciano, Guilherme & Santiago, Bruno & Marrone, etc.

 

3.º Cuiabá (MT)

Crédito: José Medeiros.
Crédito: José Medeiros.

Fundada por bandeirantes paulistas em 1719, Cuiabá passou por várias fases no que diz respeito à sua ocupação. Os primeiros habitantes foram atraídos à região graças à descoberta de jazidas de ouro, mas logo que estas se esgotaram o município entrou em estagnação até o início do século 20. Nas décadas de 70 e 80 atingiu o auge de seu crescimento, superando a média nacional. Hoje, com pouco mais 575 mil habitantes, Cuiabá tem investido bastante no turismo, já que é a capital brasileira mais próxima do Pantanal (apenas 100 km). Seu IDHM é de 0,785.

 

4.º Campo Grande (MS)

Crédito: Wikimedia Commons.
Crédito: Wikimedia Commons.

A capital do Mato Grosso do Sul tem IDHM de 0,784, 143 anos de existência e população de aproximadamente 853 mil habitantes. Na economia, Campo Grande é movimentada principalmente pelo setor de serviços que emprega cerca de 80% de toda a população economicamente ativa. O tom escuro de seu solo, encontrado geralmente em coloração roxa ou vermelha, lhe rendeu o apelido de Cidade Morena.

 

5.º Ceres (GO)

Crédito: Prefeitura de Ceres.
Crédito: Prefeitura de Ceres.

A pequena cidade goiana de Ceres, com apenas 20,9 mil habitantes, ocupa a quinta posição no ranking do Centro Oeste com IDHM de 0,775. Trata-se de uma cidade jovem, fundada em 1953, com forte vocação agroindustrial. É grande sua produção de hortifrutigranjeiros, além de abrigar um dos maiores criatórios de bicho da seda do país.

 

6.º Lucas do Rio Verde (MT)

Crédito: Governo do Estado de Mato Grosso.
Crédito: Governo do Estado de Mato Grosso.

Outra cidade pequena na lista, Lucas do Rio Verde tem pouco mais de 57 mil habitantes e IDHM de 0,768. Sua fundação, há apenas 33 anos, foi incentivada pelo regime militar que pretendia ocupar os grandes vazios demográficos do país. Em fase de evidente crescimento populacional, nos últimos 15e anos sua população praticamente triplicou e no campo social são os índices educacionais que têm ganho destaque. No último ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), três das dez melhores escolas do estado eram do município.

 

7.º Catalão (GO)

Crédito: Reprodução Youtube.
Crédito: Reprodução Youtube.

Terceira maior economia do estado de Goiás, a cidade de Catalão tem 94,8 mil habitantes e IDHM de 0,766. O nome do município faz referência à região espanhola da Catalunha, conforme apontam registros históricos que se referem a um certo “sítio do Catalão”, propriedade onde residiria um padre proveniente da Espanha que viveu no local no período colonial. Na cultura, Catalão se destaca pelas congadas, manifestação folclórica relacionada ao sincretismo afro-católico que ocorre desde 1820.

 

8.º Goiandira (GO)

Crédito: Prefeitura Municipal de Goiandira.
Crédito: Prefeitura Municipal de Goiandira.

Localizada ao sul do estado de Goiás, Goiandira é o menor município deste top 10. Tem pouco mais de 5,2 mil habitantes e IDHM de 0,760. Até 1931, Goiandira fazia parte do município de Catalão e quando enfim emancipou-se o novo município herdou o nome da estação ferroviária local. A economia é focada na agropecuária, em especial os cultivos de cana de açúcar, mandioca, milho e soja. Também é relevante a criação de gado bovino.

 

9.º Nova Mutum (MT)

Crédito: Prefeitura de Nova Mutum.
Crédito: Prefeitura de Nova Mutum.

Situada no centro do estado do Mato Grosso, Nova Mutum é outra cidade cuja economia é movimentada essencialmente pela agropecuária, com destaque para a produção de soja, milho e algodão, além de frigoríficos. Grandes empresas vinculadas ao agronegócio têm instalações na cidade, como a Bunge e a BRF S.A. (Sadia e Perdigão). O IDHM é de 0,758, e a população é de aproximadamente 39 mil habitantes.

 

10.º Jataí (GO)

Crédito: Wikimedia Commons.
Crédito: Wikimedia Commons.

A cidade goiana de Jataí é a principal produtora de milho em todo o país, o que lhe rendeu o apelido de capital dos grãos. Apesar disso, a agropecuária corresponde a apenas 19% da economia local, sendo superada pelo setor industrial (27%) e pelo setor de serviços (44%).  Historiadores relacionam a fundação da cidade à expansão dos criadores de gado vindos do leste do Brasil, em especial do estado de Minas Gerais. O IDHM de Jataí é de 0,757, e a população é de pouco mais de 94 mil habitantes.

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18 Comentários
  1. Rsrsrs, a região mais mentirosa do Brasil, clima ruim, violência pior que RJ e SP, logística horrível, muita informalidade, falta de emprego, custo de vida alto e salários baixos, o Centro-Oeste só não e mais pobre por conta do JK ter construído Brasilia e por conta dessa obra ter trago alguns investimentos pra cá, meu sonho e vazar daqui, o foda é juntar grana pra isso. Lugarzinho difícil e péssimo de se viver.

  2. Bem eu acho que esses indices são mentirosos, eu me mudei para lucas e conheço ja toda a região, e notei que na verdade é muito bom para pessoas ricas que tem muito dinheiro, pois pobre aqui não tem vez. Ganha pouco se comparado ao custo de vida politica social não existem e para vc comprar um terreno vc tem que passar fome, é tudo ilusão. Patrão explora funcionarios e veja bem a sadia traz pessoas do nordeste para ganhar salario de miseria e depois solta os coitados na banguela. Contrata pequenas empresas para carregar caminhões de porcos e de frangos para ficar inseto de ônus os quais são tratados pior que os animais. Por exemple uma empresa onde os ônibus não tem manutenção, sem freio, sem faróis sem sinto, um verdadeiro chiqueiro de suínos ou pior, Eu trabalhei com ônibus e abandonei pois tratam um salario e pagam outro vc fica de 15 – 20 horas no trabalho e não ganha hora extra.

  3. A diferença é pequena entre os índices de uma cidade para outra, daí fica muito relativo e para cada um decidir, à partir de sua perspectiva, qual é melhor para se viver. Eu gosto mais das cidades Goianas e Sul-Mato-grossenses. Ao outro forista, é claro que Centro-Oeste, como região interiorizada, com recente povoação, não terá qualidade de vida como as cidades das regiões mais ricas e antigas como Sul e Sudeste. Mas comparando com NE, de onde cheguei de viagem ha pouco, nosso interior está em situação muito melhor que lá, onde se vê cidades inteiras favelizadas, em situação extrema de pobreza.

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