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Oktoberfest em Blumenau (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Oktoberfest em Blumenau (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Ranking

As 15 melhores cidades para se viver em Santa Catarina

A partir do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) listamos os municípios catarinenses mais bem avaliados

Atendendo ao pedido de vários leitores que enviaram e-mails à redação, o Sempre Família publica mais um ranking com as cidades brasileiras que apresentam as melhores condições para se viver, segundo dados oficiais do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Dessa vez, a lista se refere aos 15 municípios de Santa Catarina mais bem avaliados.

A metodologia do índice foi adaptada do IDH Global pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pela Fundação João Pinheiro. No cálculo, foram usadas as informações dos últimos Censos Demográficos do IBGE.

Basicamente, são levados em conta três itens: vida longa e saudável (longevidade), acesso ao conhecimento (educação) e padrão de vida (renda). A partir dos cálculos de cada um desses fatores, se chega ao índice geral de IDHM, organizado no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, divulgado em 2013.

Veja abaixo as 15 cidades catarinenses com melhor índice de IDHM.

 

Avenida Beiramar (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Avenida Beiramar (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

1. Florianópolis

A capital de Santa Catarina aparece na primeira posição entre as cidades catarinenses com melhor IDHM, com um índice de 0,847. Uma das três capitais insulares do Brasil, Florianópolis é mundialmente conhecida pelas belas praias, que atraem turistas do mundo todo. Na economia, a capital catarinense se destaca no comércio e serviços, em boa parte impulsionados pelo turismo, produção de mariscos e atuação de empresas de tecnologia. A cidade também abriga a sede da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

 

 

Praia Central (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Praia Central (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

2. Balneário Camboriú

O segundo melhor índice de desenvolvimento humano das cidades de Santa Catarina pertence a Balneário Camboriú, com 0,845. Município da foz do Rio Itajaí com população de 125 mil habitantes, segundo dados do IBGE de 2014, a cidade chega a abrigar 1 milhão de pessoas durante a alta temporada. São milhares de turistas que buscam a cidade para desfrutar de suas praias. Assim como Florianópolis, Balneário Camboriú baseia sua economia na prestação de serviços e no comércio.

 

 

Catedral Santa Terezinha (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Catedral Santa Terezinha (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

3. Joaçaba

Em terceiro lugar, com IDHM de 0,827, está o município de Joaçaba. Localizada longe das praias, no Oeste catarinense, a cidade tem pouco mais de 28 mil habitantes e integra a região do Contestado, alvo de disputa entre Paraná e Santa Catarina no começo do século 20. Inicialmente, o nome da cidade era Cruzeiro e posteriormente mudou para Joaçaba, que em tupi tem significado parecido: “cruz”. Na economia, o município se destaca na indústria de equipamentos agrícolas e na produção agropecuária.

 

 

Pórtico de Joinville (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Pórtico de Joinville (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

 4. Joinville

Com 550 mil habitantes, Joinville é a cidade mais populosa de Santa Catarina. Localizada na região nordeste do estado, está em 21ª colocação entre as cidades brasileiras com melhor IDHM, com índice de 8,809. Conhecida como “cidade das flores”, o município organiza todos os anos a tradicional Festa das Flores, evento oficial do município há mais de 70 anos. Outro evento de destaque é o Festival de Dança, considerado um dos maiores do mundo. Em Joinville está localizada a única Escola do Teatro Bolshoi fora da Rússia, com 305 alunos do Brasil, Argentina, Colômbia, Holanda e Paraguai. Economicamente, Joinville é o terceiro maior polo industrial do sul do Brasil, abrigando diversas empresas, inclusive a Fundição Tupy, a maior do mundo em seu segmento.

 

 

Monumento em homenagem aos imigrantes açorianos (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Monumento em homenagem aos imigrantes açorianos (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

5. São José

Integrante da Região Metropolitana de Florianópolis, São José tem o mesmo índice de IDHM de Joinville, mas apresenta resultado ligeiramente menor em relação a itens específicos, como longevidade. Com 225 mil habitantes, o município está em 5º lugar no ranking da economia de Santa Catarina, principalmente graças às mais de 1.200 indústrias e os 6.300 estabelecimentos comerciais. A pesca artesanal, a maricultura, produção de cerâmica utilitária e a agropecuária completam o perfil econômico da cidade.

 

 

Pórtico (divulgação/Prefeitura de Rio Fortuna)
Pórtico (divulgação/Prefeitura de Rio Fortuna)

6. Rio Fortuna

A pequena Rio Fortuna, com 4.500 habitantes, a maioria vivendo na área rural, tem IDHM de 0,806, mesmo índice de Blumenau, mas aparece à frente por apresentar melhores resultados na avaliação de renda e escolaridade. Localizada ao pé da Serra Geral, a cidade é cercada por montanhas e vales, apresentando bom potencial ecoturístico. Na economia destaca-se pela produção de leite, de móveis e de madeira.

 

 

Oktoberfest (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Oktoberfest (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

7. Blumenau

A cidade da Oktoberfest brasileira tem população de 310 mil habitantes. Chamada de “pequena Alemanha”, Blumenau foi fundada por alemães em 1850. A influência germânica se mantém até hoje nos costumes, edificações e na principal festa da cidade, a Oktoberfest Blumenau, que no ano passado atraiu mais de 450 mil pessoas. Economicamente, além do turismo, a cidade destaca-se pela produção de têxteis, abrigando fabricantes de grandes marcas de roupas, metalurgia, mecânica e informática.

 

 

Portal Turístico Germânico (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Portal Turístico Germânico (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

8. Jaraguá do Sul

Com IDHM de 0,803, o município tem população de 160 mil habitantes e está entre os principais polos econômicos de Santa Catarina. Algumas das maiores empresas do Brasil nos setores metal-mecânico e de confecções tem sede na cidade. A festa tradicional mais popular é a Schützenfest (Festa do Atirador) organizada pela Associação de Clubes e Sociedades de Tiro do Vale do Itapocu e Fundação Cultural de Jaraguá do Sul. O evento resgata as tradições germânicas e oferece durante 10 dias apresentações musicais e folclóricas, competições de tiro, comidas típicas e desfiles.

 

 

Antiga Estação Ferroviária (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Antiga Estação Ferroviária (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

9. Rio do Sul

Principal município da região do Alto Vale do Itajaí, possui IDHM de 0,802 e população de 66 mil habitantes. Economicamente a cidade se destaca na área da indústria, principalmente nos setores metal-mecânico, eletrônico e confecções. Para manter as tradições germânicas, anualmente a cidade promove a Kegelfest – Festa Nacional do Bolão. Como é banhada por vários rios, Rio do Sul de tempos em tempos precisa lidar com os prejuízos causados pelas enchentes.

 

 

Vista panorâmica e Igreja Matriz (divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Vista panorâmica e Igreja Matriz (divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

10. São Miguel do Oeste

Maior município do Extremo-Oeste de Santa Catarina, possui 40 mil habitantes e IDHM de 0,801. O nome do município é uma junção do nome do padroeiro da cidade, São Miguel Arcanjo, e do nome do distrito que deu origem à cidade, Vila Oeste. Na economia predominam as pequenas e médias empresas, com destaque para as indústrias do setor metal-mecânico, construção civil e comércio. Outro grande gerador de renda é o setor agropecuário, principalmente a produção de carne e leite.

 

 

Praça Dogello Goss (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Praça Dogello Goss (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

11. Concórdia

Com IDH de 0,800 e 72 mil habitantes, Concórdia, a 450 quilômetros de Florianópolis, é terceira maior cidade do oeste catarinense e lidera a produção nacional de suínos e aves. Não por acaso, ali nasceu a Sadia. A maior bacia leiteira de Santa Catarina e o Centro Nacional de Pesquisa de Suínos e Aves também estão em Concórdia. Em 2014, o município obteve o primeiro lugar estadual no índice Firjan de qualidade de vida, que leva em conta indicadores de educação, saúde, emprego e renda.

 

 

Margens do Rio Tubarão (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Margens do Rio Tubarão (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

12. Tubarão

Engana-se quem pensa que a cidade localizada no Sul catarinense deve seu nome ao peixe de dentes afiados e que causa medo em muita gente. Com 100 mil habitantes e IDHM de 0,796, Tubarão é chamada assim devido ao Rio Tubarão, que corta a cidade, e que em tupi-guarani era chamado de Tubá-Nharô (“pai feroz”). Em 1974 a cidade enfrentou uma grande enchente, mas conseguiu se recuperar. Hoje, destaca-se como um polo comercial da região. No turismo, atrai visitantes graças às estâncias termais e o passeio turístico ferroviário com locomotivas a vapor. É a cidade sede da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul).

 

 

Praia Central e Meia Praia (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Praia Central e Meia Praia (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

13. Itapema

Conhecida como “Capital dos Ultraleves” por causa do número de voos, Itapema é reconhecida pela boa infraestrutura que oferece aos visitantes de suas belas praias, cercadas por morros e vegetação. Com IDHM igual ao de Tubarão, só fica abaixo dela pelo desempenho menor em educação. A cidade foi colonizada por portugueses e até hoje mantém resquícios da cultura açoriana. Está entre as cidades catarinenses que mais recebe turistas e tem no setor a principal fonte de renda. Sua população estimada é de 45 mil habitantes.

 

 

Centro de Itajaí (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)
Centro de Itajaí (foto: divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina)

14. Itajaí

A sede do maior porto pesqueiro do país possui IDHM de 0,795. Localizada na foz do Rio Itajaí-Açu, a cidade foi colonizada inicialmente por portugueses, depois por alemães, e sempre teve uma forte ligação com a navegação. O Porto de Itajaí é o segundo maior porto brasileiro em movimentação de cargas em contêineres e o maior exportador de carnes congeladas do país. O município ainda abriga cerca de 50 empresas beneficiadoras de pescado. A frota de pesca conta com 500 barcos e responde por 20% da produção nacional. Em Itajaí também está localizada a maior universidade privada de Santa Catarina.

 

 

Fenarreco (foto: divulgação/Prefeitura de Brusque)
Fenarreco (foto: divulgação/Prefeitura de Brusque)

15. Brusque

Com 105 mil habitantes, Brusque tem o mesmo IDHM de Itajaí, mas é superada nos índices educacionais. Sua economia é baseada nos setores metal-mecânico, têxtil, comércio e serviços. Foi colonizada principalmente por germânicos, mas também recebeu outros povos, como irlandeses, britânicos, americanos, italianos e poloneses. A festa oficial do município é a Fenarreco – Festa Nacional do Marreco, realizada em outubro, e que conta com comidas típicas alemãs, apresentações folclóricas e musicais e feira com diversos produtos.

 

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84 Comentários
  1. Não sou catarinense de nascimento, mas de coração. Vim novo pra cá e me considero da terra. Compartilhando a minha experiência pra quem pretende se mudar pra cá, já morei em Bombinhas, Porto Belo, Itapema e atualmente moro em Itajaí. Posso afirmar que Itajaí é uma cidade muito boa para se morar. Obviamente que tem seus problemas como todas as outras, mas é uma cidade excelente para quem quer vir trabalhar e ter qualidade de vida. O custo de vida é mais baixo do que balneário Camboriú e Itapema, que dependem muito do turismo. Para quem tem mão de obra qualificada, as empresas oferecem os melhores salários da região e com mais benefícios. Já estou aqui a 4 anos e não penso em sair daqui nunca mais.

    • Apesar da crise, tem algumas cidades aqui de SC, que podem proporcionar trabalho, e boa qualidade de vida, principalmente para quem tem tem qualificação profissional. Florianópolis, São José, Palhoça, Itapema, Balneário Camboriú, Itajaí, Blumenau, Joinville, Criciúma, Tubarão, entre outras, citar uma é difícil, pois cada uma tem suas peculiaridades, ai é questão de adaptação.

      • Rodrigo Ribeiro provavelmente vou me mudar para São José em breve, mas não tenho conhecimento dos bairros tipo quais os mais violentos, poderia me indicar quais os melhores para morar e quais evitar? levando em conta que é uma família classe média baixa, desde já agradeço

  2. Caro amigo, que deixar algumas observações a respeito do seu comentário abaixo, apricipio SP está da forma que está não é pelo fato do nordestinos terem migrando para lá e sim por falta de políticas públicas corretas dos seus governantes, aqui na minha cidade está cheio de nordestinos, paulista, paranaense, catarinense, gaúchos e por aí vai, se todos os brasileiros tivesse esse seu pensamento ridículo e imoral o Brasil não teria aceito a migração dos europeus para o nosso país eu por exemplo o meu bisavô era português, pelo contrário essas pessoas contribuíram para o desenvolvimento da nação, e só ti lembrando na constituição de 88 nos dá o direito para todo Brasileiro de ir e vir. Ok chapa.

  3. Sou de Manaus estamos pensando em mudar para uma Cidade do interior de SC, de preferência um cidade que tenha trabalho para mim e minha esposa sou engenheiro mecânico e minha esposa engenheira agrônoma e de segurança.No entanto, ela está desempregada, aqui não tem vaga para a área dela é estamos querendo morar em são Joaquim ou São Bento do Sul.A alguém tem alguma sugestão de cidade ? Obrigado!

  4. Floripa Ótima cidade cidade para quem tem muito dinheiro ou é funcionário público bem remunerado, empregos com salários baixos, alto custo de vida, mobilidade zero, muita favela, se precisar entrar e sair da ilha para trabalhar você está frito, horas e kilometros de filas. As praias são distantes. Quer uma vida melhor, vá para o interior.

  5. Olá….notei que vcs não respondem a nenhum comentário, mas vai ficar o meu registrado aqui, a fundação da cidade Valinhos /sp não deve ter sido em 1953 esta errado. Pois minha mãe nasceu em 1924 e foi registrada nessa cidade nesse ano de 1924, vcs terão que corrigir essa data, mesmo porque em 1953 ela já estava casada e euzinha aqui já tinha nascido, obs: Adorei conhecer as informações de outros lugares.

  6. oi eu me chamo lúcia,moro em Belém do Pará eu e meu esposo estamos nos programando para fazer uma visita em santa catarina se realmente ,tudo isso que estamos vendo for verdade,quem sabe podemos,ficar pra morar ,nossa preocupação e porque não temos ninguém conhecidos,mas vai da tudo certo em nome de JEOVÁ DEUS

  7. Que me desculpem as pessoas que não concordam com minha opinião, mas colocar São José nessa lista, pra mim não faz sentido, morei lá e a única vantagem que vejo é a proximidade de Florianópolis. A cidade é suja, as escolas públicas são péssimas, falta policiamento, a violência é assustadora, os aluguéis caríssimos, os postos de saúde têm um péssimo atendimento. Sinceramente acho que existem muitas outras cidades que mereciam estar na lista e não estão. Hoje moro em Palh0ça, pode não ser uma cidade bonita, até porque cresceu desordenadamente mas aqui tenho uma qualidade de vida muito melhor do que tinha em São José, é uma pena que não invistam mais aqui, tem coisas básicas como um hospital público por exemplo que Palhoça precisa e não tem, mas quem sabe um dia chegamos lá. :)

  8. Não queremos desmerecer, nenhuma das cidades listadas, mas Laguna( eu não sou Lagunense, sou morador) é uma cidade que poderia estar listadas, entre as melhores para se viver, tem uma geografia privilegiada, tem praias fantásticas, como tem partes altas formosas, agora tem os piores administradores que uma cidade podia e pode ter.

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