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Reprodução/YouTube/Partido Novo
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Eleições 2018

O que João Amoêdo pensa sobre aborto, drogas, casamento gay e desarmamento

Tanto Amoêdo quanto o Novo defendem que a pessoa deve ter uma liberdade responsável. E isso vale para a população e para os candidatos da legenda

João Amoêdo tem 55 anos e vem de uma carreira bem-sucedida na iniciativa privada, tendo trabalhado em empresas como Citibank, Unibanco e BBA-Itaú. É formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e até a criação do Partido Novo, em 2011, seu nome não era conhecido no meio político brasileiro. A motivação para que uma nova legenda fosse criada veio da insatisfação de Amoêdo com a alta carga tributária do país e os péssimos serviços prestados pelo governo à população.

Em junho de 2017 Amoêdo deixou o cargo de presidente do Novo para dedicar-se à sua possível candidatura à presidência da República, fato que foi confirmado em novembro do mesmo ano. Ele e o Novo defendem que a pessoa deve ter uma liberdade responsável. Isso vale para a população e para os candidatos da legenda.

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Em entrevista ao HuffPost Brasil, em dezembro de 2017, Amoêdo disse que o Novo “adotou a pauta liberal mais relacionada à economia e quanto às outras pautas comportamentais, a gente tem dito que o candidato do Novo tem total liberdade para definir a agenda deles”. Entretanto, questões como aborto e descriminalização das drogas seriam tratadas em um segundo momento em seu governo, como explicou à Gazeta do Povo, em novembro de 2017.

Aborto

Na mesma entrevista à Gazeta do Povo, Amoêdo defendeu que as mulheres sejam livres para decidir dentro daquilo que a legislação atual já permite. “A minha opinião pessoal sobre aborto é a de que as mulheres deveriam ter liberdade de abortar no que está previsto em lei, como no caso de estupro. Além disso, em entrevista ao HuffPost Brasil, em dezembro de 2017, o pré-candidato sugeriu que o Brasil adotasse o federalismo para essa questão.

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“O que a gente acha em algumas questões, como aborto, é que essa questão fosse levada para os estados, para que cada um pudesse ter a sua pauta e se aquilo for algo muito relevante para uma pessoa, que ela esteja incomodada, que ela tenha a opção de mudar de estado e você não obrigaria toda uma população ou determinada minoria a seguir a determinação da maioria. Realmente é um tema com argumento para os dois lados”, disse.

Drogas

Amoêdo se diz contra a legalização das drogas em geral, mas especificou a sua opinião a respeito da descriminalização do porte de pouca quantidade de maconha. Em entrevista ao portal O Antagonista, em 11 de janeiro deste ano, ele disse: “A minha sugestão é a de que, no caso de pequeno porte de maconha, onde tenha um grande número de apreensões e prisões decorrentes disso e sendo um volume pequeno, deveria ter uma descriminalização”.

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Segundo ele isso melhoraria até a questão prisional no país, porque “melhoraria a quantidade de pessoas presas, a segurança e deixaria o aprisionamento para outros crimes principais. A maconha pelo que tenho visto e estudado não é tão relevante e nem dá lucratividade para todo o processo. E do ponto de vista do custo-benefício para a sociedade, seria benéfico pelas questões do encarceramento”, explicou.

Para a Gazeta do Povo ele avaliou ainda que o combate como é feito hoje não funciona, mas colocou o tema, juntamente com o aborto, como algo a ser visto em um segundo momento em seu governo. Por esse motivo, Amoêdo defende que a legislação se mantenha como está.

Casamento gay

Amoêdo adota para o casamento entre pessoas do mesmo sexo o posicionamento do partido.“Algumas outras pautas, como casamento de pessoas do mesmo sexo, o partido já se posicionou a favor”, disse ao HuffPost Brasil. O partido, porém, dá liberdade aos seus candidatos para se posicionarem de outra forma.

Desarmamento

Nessa questão o candidato explicou, também ao HuffPost Brasil, que o partido se posiciona contra. Para ele, assim como para o Novo, “as pessoas devem ter liberdade de portar arma se for de seu interesse, claro que com responsabilidade”.

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14 Comentários
  1. Em um país de primeiro mundo, João Amoêdo seria favorito pra vencer a eleição. Mas no Brasil aonde as pessoas são atrasadas mentalmente e economicamente, poucos conhecem João Amoêdo. Tanto que ele nem participa dos debates. Mas meu voto é nele. Um candidato liberal de fato, ao bom estilo desenvolvido.

  2. O Brasil não precisa de um liberal que enfraqueça o Estado. Esse cara falou em privatizar todos os serviços públicos. Delírio! Vai privatizar os tribunais, as polícias, o Exército, o fisco e tudo mais?
    Precisamos de um Estado forte. Pensando num ser humano forte, chegaremos à conclusão de que ele não é gordo ou inchado, mas tem muita massa muscular. Com o governo deve ser a mesma coisa. Esse governo engorda na medida em que converte isso em massa muscular, ou seja, no gasto eficiente de gordura, que gera força.
    O Brasil precisa de um estado no tamanho necessário, não mínimo ou máximo, que seja forte e imponha respeito pela lei e pela ética, com uma carga tributária média de 30%, nem muito abaixo, nem muito acima disso. Essa carga permitiria fornecer serviços públicos, mas também competir em igualdade com os países ricos, cuja carga tributária é maior.
    Temos que acabar com o poder das grandes corporações no Estado e fortalecer o pequeno empreendedor. O grande quer devorar o mercado do pequeno e usa o Estado pra esse fim. Não voto nele. Acho que esse cara só vai reforçar o privilégio dos grandes contra os pequenos. Não é o primeiro liberal que aparece com esse papo furado. Collor também tinha um discurso liberal. Deu no que deu. Dória idem. Cadê? Puro marketing.
    Os problemas não se resolvem com menos política. Você não conserta seu carro desligando o motor. Os problemas são resolvidos com o uso correto das ferramentas pela inteligência ativa. A ideologia da não intervenção é uma perversão. É supor que problemas se resolvem por omissão, ao invés de serem resolvidos pela inteligência e pelo trabalho humanos. Se for assim, a vida animal é a melhor coisa do mundo. Tudo se dá pela ordem natural.
    Eu nunca vi nada se consertar sozinho. É importante que a política aja ativamente no sentido de corrigir as coisas, porque nada que tá aí brotou como a maçã na macieira. Tudo foi criado pelo homem e sua engenhosidade, ainda que para o mal.
    A iniciativa privada sozinha não vai solucionar os complexos problemas do país. É somente na discussão política que vamos resolver. Até porque os problemas são construções ativas de pequenos grupos que se beneficiam da desgraça alheia. Muitas corporações, tanto no setor público quanto no privado, se beneficiam dessa desordem toda.

    • “Collor também tinha um discurso liberal”, mas o Collor fundou um partido que não usa verba pública, um partido onde os vereadores não mamam no Estado usando dinheiro do povo, como motorista particular e muitos assessores? Collor queria diminuir a quantidade de ministérios para acabar com essa farsa corrupta no país? Acho que não. Amoedo é sim diferente, ele óbviamente não quer privatizar a polícia, mas quer acabar com a corrupção no país, que é o que mais importa. É o único candidato que faz mais que fala, e o candidato que mais entende de economia. Amoedo não quer, como você diz, desligar o motor, mas quer tirar esse Estado ineficiente e chato. Amoedo quer acabar com essa perda na posição no ranking de liberdade econômica e ajudar o empresário a gerar emprego e aumentar o PIB. Esse papo estatista é o que arruina o país

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