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Facebook/Shelly King
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Virtudes e Valores

Professor carrega nas costas aluna com doença rara durante passeio da escola e emociona mãe

Ryan Neighbor tem 10 anos, nasceu com espinha bífida, um defeito congênito da coluna vertebral, e não poderia fazer o percurso em sua cadeira de rodas

Assim que recebeu o comunicado a respeito de um passeio de campo realizado pela escola, a norte-americana Shelly King ficou preocupada porque a filha não conseguiria participar da atividade. Com um defeito congênito no fechamento da coluna vertebral – conhecido como espinha bífida –, a menina de 10 anos não caminha e precisaria de sua cadeira de rodas para se locomover nas trilhas do Parque Estadual das Quedas D’água de Ohio, no estado de Indiana. “Obviamente, não acessível”, escreveu a mãe em uma postagem no Facebook.

Ela não pode caminhar e ele não enxerga, mas juntos escalam montanhas

Diante da situação, ela pensou em realizar atividades alternativas com a garota enquanto os colegas se aventurassem pelo local e até cogitou a possibilidade de carregá-la durante parte do trajeto. No entanto, nada disso foi necessário, porque um professor se ofereceu voluntariamente para levar a estudante nas costas durante toda a caminhada realizada pela turma. “Fiquei impressionada”, relatou a mãe em entrevista à Fox News. “Ele não é o professor dela. Não precisava fazer isso”, completou.

Reprodução/Facebook
Reprodução/Facebook

De acordo com Shelly, a pequena Ryan Neighbor não consegue nem mesmo envolver as pernas ao redor de quem a carrega, o que dificulta ainda mais a tarefa. Só que o educador Jim Freeman não se importou com a situação, colocou a menina de 25 quilos em uma mochila especial e a levou por quase uma hora, sob sol forte. “Isso derreteu meu coração”, comentou a mãe em suas redes sociais.

“Ele não é o professor dela. Não precisava fazer isso”, afirmou a mãe.

No percurso, Ryan aproveitou as paisagens do parque, viu diversos fósseis e se divertiu ao trocar sua tradicional cadeira de rodas por um meio de transporte bem diferente e com visão privilegiada. “Gostei muito”, afirmou à Fox News, enquanto lembrava dos colegas que também ficaram com vontade de andar no “cavalinho”. Além disso, a garota afirmou que a ação do professor Freeman a fez se sentir especial e que ela tinha muito para agradecer.

Postagem 

A publicação de Shelly a respeito da atitude do professor foi realizada no último dia 20 de setembro, recebeu mais de 5 mil curtidas e foi compartilhada mais de 2,5 mil compartilhamentos por usuários de todo o país. “Esta história realmente emocionou meu coração”, comentou uma moradora do estado da Geórgia. “Que Deus abençoe o professor por esse incrível ato de bondade”, acrescentou uma internauta de Massachusetts.

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