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Defesa da Vida

Ela “abortou”, mas continuou grávida

Uma mulher acompanhada por uma associação pró-vida do Rio de Janeiro resolveu abortar. Algum tempo depois, sentiu algo se mexendo dentro de sua barriga.

Um testemunho chamou a atenção durante o 1º Simpósio Nacional Juntos pela Vida, realizado em  outubro de 2016, na Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP) – evento que contou com a participação do Sempre Família. A cantora Zezé Luz, que participa do Movimento Brasil Sem Aborto, contou o caso de uma mulher atendida por ela que “abortou”, mas continuou grávida. Ela tinha sido enganada pelo aborteiro.

O caso aconteceu na cidade do Rio de Janeiro. A mulher já tinha quatro filhos, estava separada depois de um casamento de 25 anos de duração e havia engravidado de um parceiro. Segundo ela, “não cabia uma criança naquela relação, que estava apenas iniciando”.

Já não era a primeira vez que ela procurava o aborto. “Ela já estava machucada por isso”, contou Zezé. A mulher estava sendo acompanhada por três colaboradores do Centro Social Nossa Senhora do Parto, na capital fluminense, mas se afastou e perdeu o contato com a associação. Resolveu abortar.

Três meses depois, ela mandou uma mensagem a Zezé pedindo para marcar um encontro. A mulher contou à cantora que havia feito o aborto, pagando 3.500 reais em uma clínica clandestina na Zona Oeste do Rio.

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“Eu estava no meu trabalho – sou copeira em uma agência bancária –, estava lavando os copos, e de repente senti um estremecer. Olhei para a minha barriga, botei a mão e pensei: mioma não mexe, caroço não mexe. Tem alguma coisa aqui dentro”, contou a mulher a Zezé.

A mulher estava com seis meses de gestação. De fato, tinha se arrependido após ter realizado o aborto. O bebê, uma menina, nasceu saudável, sem nenhuma sequela.

A própria Zezé passou pela experiência do aborto, após sofrer um estupro. Teve depressão pós-aborto por vinte anos, chegando ao alcoolismo e a tentativas de suicídio. Hoje é um nome proeminente no movimento pró-vida no Brasil.

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