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O ator Jim Caviezel, que interpretou Jesus em A Paixão de Cristo, filme de 2004 dirigido por Mel Gibson, disse que tem interesse em retomar o papel na sequência anunciada por Gibson, A Ressureição.

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“O papel de Jesus foi o esforço mais difícil que eu já fiz. Não há nada mais glorioso e ao mesmo tempo mais humilde que esse papel. Nada poderia ter me ensinado melhor a humildade”, afirmou o ator de 48 anos à publicação polonesa Polityce. “Por isso, pensar em fazer isso de novo é como um pesadelo”.

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“No entanto, quando venho a um país como a Polônia e visito lugares de martírio e sacrifício, me dou conta que só o amor pode salvar o mundo. O amor de Cristo. Assim, eu quero trabalhar com Gibson de novo”, disse Caviezel.

“Quando interpretei Jesus, rezei muito. Pedia a Deus que me mostrasse como eu poderia apresentar Jesus da maneira mais precisa. Como fazer os espectadores se sentirem próximos dele”, contou o ator.

Caviezel disse ainda que o exemplo de João Paulo II o ajudou a enfrentar as críticas e a rejeição por aceitar o papel de Jesus. “Não haveria Jim Caviezel como Jesus se não fosse por João Paulo II”, disse. Ele lamentou ainda a sua indiferença na época em que o papa polonês visitou os Estados Unidos, em 1987. “Ele estava a 90 minutos de onde eu morava e a minha família foi vê-lo e ouvi-lo”, contou. “Eu não fui. Não achava que fosse importante”.

Hoje, Caviezel é um católico devoto. “Para mim, a missa é a fonte de fortalecimento constante. É ali que eu posso encontrar Jesus. E não se trata simplesmente de receber uma bolachinha simbólica. É uma transformação real. Pão e vinho? Não, é o corpo e o sangue de Cristo. Vale a pena morrer por isso”, disse o ator. “Todo dia eu rezo para morrer com Jesus no meu coração, para nunca o abandonar”.

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A Ressurreição

A pré-produção da sequência foi anunciada em junho de 2016 e o seu roteiro está a cargo de Randall Wallace, que trabalhou com Gibson em Coração Valente. Wallace também foi o roteirista de Pearl Harbor e O Homem da Máscara de Ferro, também dirigido por ele. Meses depois, foi anunciado que o filme se chamará The Resurrection.

Em uma entrevista a Raymond Arroyo em novembro passado, Gibson disse que a construção do roteiro de um filme sobre a ressurreição é uma tarefa complexa. “Não se trata simplesmente de um homem que volta, passa através de paredes, tem buracos nas mãos e come peixe. É uma experiência teológica grande e vasta”, disse o diretor. “É tipo uma viagem psicodélica”.

À pergunta de Arroyo sobre se não se trata apenas de apresentar a ressurreição e o conteúdo dos Atos dos Apóstolos, Gibson respondeu: “Não, não é isso. É algo como: por que eles não o reconheceram no caminho de Emaús?”

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Em entrevista a Stephen Colbert, o diretor deu a entender que parte do filme pode se deter sobre a descida de Jesus à mansão dos mortos, durante os dias em que esteve morto. “O que aconteceu naqueles dias?”, perguntou ele a Colbert.

Em agosto, em entrevista a Greg Laurie, ele já havia dito: “Sabe, todos nós podemos ler o que aconteceu, mas para realmente experimentar e explorar significados mais profundos da ressurreição, vamos ter algum trabalho”. Gibson estima que o filme seja lançado em três anos.

 

Com informações de Polityce.

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