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Andrew Johnson/Unsplash
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Religião

Como surgiu o Dia de Finados?

Saiba por que católicos dedicam o dia 2 de novembro a lembrar dos que já se foram

Todo ano, milhões de pessoas aproveitam o dia 2 de novembro para visitar os túmulos de seus parentes e amigos. No Brasil, a data foi oficializada como feriado nacional apenas em 2002, mas a comemoração católica é, evidentemente, muito mais antiga.

A oração pelos que já morreram é uma prática de várias religiões e que o cristianismo manteve. Documentos e monumentos dos primeiros séculos da nossa era já testemunhavam a prática entre os cristãos. Há túmulos cristãos dos séculos II e III que trazem orações pelos falecidos ou inscrições como: “Que cada amigo que veja isso reze por mim”.

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O estabelecimento de um dia específico para que os católicos se dedicassem especialmente à oração pelos mortos tem origem em 998, por iniciativa de Santo Odilo, que era abade de Cluny, na França, um dos maiores mosteiros de então. Odilo quis que na sua abadia a data de 2 de novembro fosse dedicada a essa intenção. A data foi escolhida por se seguir ao Dia de Todos os Santos, celebrado em 1º de novembro.

No século seguinte, tornou-se obrigatório em toda a Igreja que cada comunidade dedicasse um dia à oração pelos mortos. Foi só no século XIII que o dia 2 de novembro foi universalizado para toda a Igreja latina como o dia especialmente dedicado a isso.

O nome oficial da celebração, na Igreja Católica, é Comemoração dos Fiéis Defuntos. A Igreja Ortodoxa e as comunidades católicas do Oriente não o celebram no dia 2 de novembro, mas em várias ocasiões durante o ano, geralmente no sábado. Anglicanos e algumas outras ramificações do protestantismo também celebram o dia. A comemoração geralmente é rechaçada pelas denominações cristãs que não admitem a oração pelos mortos.

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2 Comentários
    • Não sei se você perdeu algum ente querido, como pai, mãe, filho, irmão ou alguém muito amigo. De fato, deve doer no coração. Seria fácil para alguém que nunca teve um ente muito querido falecido aconselhar, afinal a dor dos outros é mais fácil da gente suportar (afinal, não é minha). Mas, se fosse comigo, procuraria a Fé como consolo, porque a morte é algo certo. Mas, antes que alguém se vá, abrace-o, converse, ame, o máximo que puder, porque a vida é rápida e a gente tem que aproveitar o máximo da presença do outro. Vejo a morte como uma escolha da humanidade, mas a vida eterna será uma dádiva de Deus, e eu prefiro ter Fé.

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