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Crédito: Bigstock.
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Educação

5 dicas para tornar a tarefa de casa ou o estudo menos estressante

Roberta e Taís Bento, especialistas em educação e criadoras do projeto Socorro, meu filho não estuda, sugerem cinco dicas que podem ser aplicadas imediatamente

O final do ano está aí e muitas crianças e jovens travam uma batalha para alcançar boas notas, passar de ano e conquistar as merecidas férias. Mas, para que o tempo de estudo seja agradável e sem estresse, Roberta e Taís Bento, especialistas em educação e criadoras do projeto Socorro, meu filho não estuda, sugerem cinco dicas que podem ser aplicadas imediatamente. Confira:

1) Defina um horário para estudar e sempre cumpra esse horário: o cérebro se habitua a estudar quando ele entra em uma rotina de estudos. A criança pode estudar no horário que achar melhor, desde que todos os dias estude no mesmo horário.

2) Use um timer ou cronômetro na hora da tarefa: o cérebro precisa de oxigenação. Falar “senta aí e não levanta da cadeira até acabar de estudar tudo” é contraprodutivo e contra o bom funcionamento do cérebro. O ideal é estudar com intervalos de 5 minutos a cada 25 concentrados totalmente na tarefa. Nesses 5 minutos de intervalo, é importante que a criança se movimente. Pode beber água, dar uma volta etc.

3) O cérebro não é multitarefa: ao contrário do que muitos acreditam, nosso cérebro só consegue aprender uma coisa de cada vez. Portanto, na hora da tarefa ou dos estudos para a prova, a atenção tem de ser exclusiva. Estudar com o celular, computador, televisão ligados só vai fazer o processo de estudo parecer mais cansativo e menos produtivo.

4) Faça com que seu filho assuma alguma responsabilidade em casa: ao assumir uma responsabilidade doméstica, além de a criança desenvolver o senso de responsabilidade, que é fundamental para os estudos, o cérebro dela se enriquece de memórias de procedimentos, que são essenciais para que o aprendizado ocorra.

5) Pare de falar “saia do celular”: o celular, computador ou qualquer tecnologia não é o problema. Qualquer luta contra eles será uma batalha perdida, já que eles já estão integrados no dia a dia dessa geração. O que as crianças precisam é de alternativas de atividades que não precisem dessas tecnologias. Troque o “saia do computador” pelo “vamos ao parque”, por exemplo. Ensine você ao seu filho como ele pode se divertir se desconectando.

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