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Virtudes e Valores

3 maneiras de lutar contra as culpas da maternidade

Mãe de cinco filhos e escritora, norte-americana conta como aprendeu a vencer o sentimento de culpa no dia a dia com as crianças

Frases como “não sou uma boa mãe” e “estraguei tudo de novo” são comuns no vocabulário da maternidade. Afinal, quem nunca perdeu a paciência com o filho, gritou ou não teve tempo para atender as crianças enquanto fazia diversas tarefas dentro e fora de casa? É preciso entender que esses erros existem e que ninguém está livre deles, mas que também é possível recomeçar diariamente e vencer o sentimento de culpa.

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A analista de finanças e escritora Susan Merrill levou anos “errando” com seus cinco filhos – dois deles, adotivos — e aprendeu a lidar com o sentimento de culpa todos os dias. Por isso, hoje ela divide com mulheres de todo o mundo suas experiências. “Sei como você se sente. Tiveram muitos dias, especialmente quando meus filhos eram crianças e adolescentes, que eu me senti assim”, conta ela em seu blog. “Mas eles ficaram mais velhos [agora são adultos] e eu passei a entender melhor tudo o que já me aconteceu”.

Segundo ela, a culpa vem para roubar, matar e destruir a alegria de uma mãe. Por isso, ela lista três maneiras de lutar contra as culpas da maternidade e seguir em frente.

1. Conecte… toque, fale e brinque

No final de cada dia, Susan parava alguns minutos para lembrar o que havia feito nas últimas 24 horas e percebia inúmeras situações envolvendo pratos, lições de casa, almoço, uniformes, lavanderia, trabalho e contas. No entanto, a lista apresentava poucos momentos de afeto com as crianças. “Meu coração doía quando eu percebia uma excelente execução das tarefas para meus filhos, mas pouca conexão com eles”, relata Susan, ao lembrar do sentimento que inundava seu coração naqueles momentos: “a culpa de mãe caía sobre mim”.

“Meu coração doía quando eu percebia uma excelente execução das tarefas para meus filhos, mas pouca conexão com eles”

Segundo ela, o que faltava era mudar o foco durante as atividades diárias, concentrando mais energia em seus filhos do que em sua lista de tarefas. Ela percebeu que precisava tocá-los com abraços e um aconchego antes de dormir. Também era necessário conversar mais a respeito do dia, dos pensamentos, sonhos e brincar com eles no playground ou com jogos. “Não estou dizendo para você ignorar a lista de coisas a fazer, porque muitas das coisas são, provavelmente, para os seus filhos. Mas a arte de ser uma mãe é a conexão que vem do tempo gasto juntos”.

2. Espere…sair do rumo

Ainda segundo Susan, no percurso de uma mãe é comum sair do rumo em algum momento. “Há um grande número de mães que se desviaram e voltaram aos trilhos ou, pelo menos, mantiveram o trem em movimento, mesmo quando o rumo estava confuso”. Por isso, ela garante que não é necessário se sentir culpada por isso. “Nós vamos sair do caminho traçado por nós antes dos filhos chegarem. Essa é a natureza da vida e da maternidade”.

Para ela, a beleza de criar filhos é ter uma nova chance de recomeçar todos os dias e, às vezes, a cada hora. “Então, por favor, não seja muito dura com você. Só porque você sai daquele caminho traçado anos antes, não significa que a estrada da sua vida se perdeu. Apenas volte e tente retomar a viagem novamente”, incentiva.

3.Aceite… a mãe que você é

Outro ponto que deve ser evitado é a comparação com mães aparentemente mais organizadas, carinhosas ou que consigam lidar de maneira diferente com as situações. “Me comparar com outras mães, muitas vezes, me deixava culpada”, relata Susan.

“Esta mãe que eu sou me ajudou a perceber que não há um tipo de mãe ‘perfeita’. Somos todas as mães perfeitas para nossos filhos”.

De acordo com ela, só foi possível entender como isso a afetava no momento em que parou para fazer um discurso a respeito do assunto e viu que não precisava ser como outras mães para desempenhar bem seu papel. “Esta mãe que eu sou me ajudou a perceber que não há um tipo de mãe ‘perfeita’. Somos todas as mães perfeitas para nossos filhos”.

Por isso, ela convida mães de todo o mundo a celebrarem quem são e lutarem contra pensamentos que afirmem o contrário. “Você é incrível como mãe”, afirma Susan. “E você pode ser livre de toda a culpa da mãe”, completa.

 

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