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Cultura

Cristãos praticantes dos EUA se opõem em peso ao conteúdo gay de “A Bela e a Fera”

No novo filme da Disney, adaptação do clássico de 1991, o personagem LeFou, ajudante do vilão Gaston, demonstra interesse por homens em várias cenas.

Uma pesquisa realizada pelo instituto American Insights revelou que 95% dos usuários do Faith Driven Consumers, uma comunidade online que reúne 41 milhões de cristãos praticantes norte-americanos, rechaçam abertamente o conteúdo gay do novo filme da Disney, a versão live-action de A Bela e a Fera. No filme, o personagem LeFou, o ajudante do vilão Gaston, revela interesse por homens em várias cenas.

58% dos entrevistados creem que estabelecer a homossexualidade como “normal” é o principal motivo da Disney para incluir um personagem claramente gay. Já 19% pensam que o motivo é que a Disney procura “atrair as pessoas LGBT”, enquanto 15% creem que o motivo é “rechaçar os valores cristãos bíblicos a respeito da homossexualidade”. Só 3% opinam que o objetivo é “refletir com precisão a diversidade do mundo real”.

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87% dos usuários do Faith Driven Consumers “sentem que a Disney não é igualmente inclusiva com os cristãos que professam valores baseados na Bíblia”. 62% declararam que “a Disney não reflete bem os seus valores”. Além disso, 94% deles dizem estar agora menos propensos a comprar produtos Disney.

Pelo menos um cinema do estado norte-americano do Alabama recusou-se a exibir o filme. Já o governo russo declarou o filme impróprio para menores de 16 anos, enquanto o governo da Malásia optou pela censura, cortando “um momento gay”.

 

Com informações de Infocatolica.

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