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Flávia Sphair

Turismo em Família

Dicas para passeios com as pessoas que você ama

De barco, ônibus e avião com um bebê: é possível sobreviver à uma viagem assim?

Seria a primeira viagem com nosso bebê. O pai queria um destino, a mãe outro, e fomos aos dois. A logística foi grande. A preocupação maior era: será que o pequeno aguentaria tanto vai e vem? No final, foi melhor do que esperávamos!

Crédito: Arquivo Pessoal
Crédito: Arquivo Pessoal

Digo pra vocês que sim, porque nós sobrevivemos, e fizemos tudo o que mencionei no título do post.

Hoje quero relatar pra vocês como é viajar pela primeira vez com um bebê “na bagagem” e passar um pouquinho da experiência que tivemos para ajudar os mais novos papais e mamães do pedaço com uma dúvida super comum, especialmente para quem já viajou bastante antes dos filhos chegarem e ainda ama passear por esse mundão: será que é bom viajar com um bebê pequeno?

Crédito: Arquivo Pessoal
Crédito: Arquivo Pessoal

Já adianto que sim, e vocês não vão se arrepender! Basta seguir um novo ritmo e um simples planejamento que tudo dá certo. É verdade que há melhores destinos que outros, mas ainda assim dá pra aproveitar todo lugar com seu mais novo e preciso herdeiro(a).

Sou daquelas que venderia meu carro e um monte de coisas pra viajar (antes de me tornar esposa, porque depois do casamento a gente aprende a dividir e respeitar as vontades de cada um, e claro, dos filhos, que mudam muitas coisas mais). Correndo atrás dessa paixão, pude fazer alguns passeios bacanas desde jovem; uma lua de mel deliciosa na capital argentina; e conheci lugares incríveis nos anos seguintes, até que… nosso primeiro bebê chegou à família.

Eu queria voltar à viajar, mas, seria bom levar nosso pequeno junto?

Obviamente, a alegria foi imensa, mas quem é mãe (pai também, mas amamentar, por exemplo, não dá pra passar o bastão pra ninguém, e até pegar o ritmo, cansa pra valer) sabe que tudo começa com grandes mudanças e desafios. E com o tempo, as coisas começam a se encaixar e a nova vida vira uma rotina gostosa. Porém, você também deseja fazer algumas coisas que fazia antes. E para mim, uma delas foi viajar. E seria bom levar nosso pequeno junto?

Vi algumas dicas e relatos na internet, e me animei com muitas experiências positivas. Testamos então nosso menino em uma primeira pequena “viagem” ao litoral do nosso estado, ele estava com 3 meses de vida. Carregamos um bocado de coisas no carro e fomos. Viagem curta de 1h30, bebê dormiu na maior parte, logo que chegou já mamou com a mãe e foi fácil e tranquilo. 3 dias na praia, pézinhos na areia por 10 minutinhos (ventava demais), mas ainda assim foi gostoso; vimos que foi bem sossegado.

 

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Então, quando ele estava com 5 meses, decidimos elevar o padrão. Eu queria uma viagem de família, com novos lugares, destinos, e tudo aquilo que adoro conhecer de uma cultura, uma nova experiência, e sabia que tínhamos uma criança tranquila, que conhecíamos suas necessidades, e que conseguiríamos levar tudo numa boa. O marido topou a aventura, mas, inicialmente, tivemos um impasse: Eu queria conhecer Montevideo, já que nunca tinha ido ao Uruguai e estava há tempos curiosa pra conhecer o destino. O marido queria retornar à Buenos Aires, nosso destino de lua de mel, reviver um pouquinho do que fizemos, comemos e nos divertimos, além de alguns lugares que novos que poderíamos ver. E depois de algumas semanas conversando, pensamos em um planejamento que deixasse todo mundo feliz: ir às duas cidades.

Crédito: Arquivo Pessoal - Barco que atravessa o Rio da Plata (Argentina/Uruguai)
Crédito: Arquivo Pessoal – Barco que atravessa o Rio da Plata (Argentina/Uruguai)

Encontramos uma passagem direta de Curitiba, onde moramos, com um preço excelente de ida e volta na época. Vimos que a viagem de Buenos Aires à Montevideo era curta e poderíamos usar o barco (leia-se um barco grande, confortável e até com duty free shopping dentro, já que cruza os 2 países, não era uma canoa. Os assentos são similares aos de um avião) para cruzar o Rio da Plata e pegar o ônibus até Montevideo, trajeto que totalizava 3 horas de viagem, mas ainda com um intervalo para levantar e mesmo amamentar no caminho.

Assim, planejamos tudo e quando o bebê estava com 9 meses (até poderia ser antes, mas também conciliamos as férias de trabalho), fomos à Buenos Aires de avião, ficamos 2 dias lá, saímos pela manhã e chegamos pouco depois do almoço em Montevideo, onde foram mais 2 dias, e retornamos no mesmo esquema para mais 3 dias de Buenos Aires, até embarcarmos em nosso vôo de volta.

Em nosso planejamento, consideramos vários itens importantes para a viagem ser confortável. Chegar com antecedência nos embarques, carregar sempre na bolsa do bebê mudas de roupas extras, artigos de higiene (especialmente para trocas), papinhas industrializadas e comidinhas permitidas pela legislação nos trajetos (eu felizmente não precisava carregar leite, ele mamava na mãe ainda, mais um motivo para viajar junto conosco), e especialmente uma janela de horários que permitisse-nos respeitar o sono e as necessidades de nosso filho, sem irritá-lo ou prejudicá-lo.

 

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Também optamos por levar o carrinho e o bebê conforto, mesmo sendo um pouco grandes. Se você pode levar o modelo guarda chuva que ocupa pouco espaço e seu bebê já fica bem nele, maravilha! Porém, eu estava especialmente preocupada com a viagem de ônibus e preferi assim. Deu um pouco de trabalho (se for de táxi ou transporte pra algum lugar, peça um carro grande), mas ele ficou mais confortável para dormir e descansar em vários trajetos, e eu recomendo.

Crédito: Arquivo Pessoal - "Fazendo sanduiche" no Museo de los Niños
Crédito: Arquivo Pessoal – “Fazendo sanduiche” no Museo de los Niños

Por fim, diferente de todas as viagens que fiz até então, eu não planeja mil coisas pra render o máximo de tempo, mas escolhemos atrações principais para dar poder retornar, descansar, e fazer o que precisássemos com o bebê. Incluímos locais que fossem bons ao pequeno também no roteiro, como o Museo de los Niños e o Zoo em Buenos Aires, e outros melhores para nós, mesclando um pouco de cada.

E não é que deu pra fazer tudo e mais um pouco? Deu até pra incluir alguns passeios extras. É claro que imprevistos acontecem: tivemos que usar um trocador no meio da praça, o bebê teve algumas mudanças nos horários do sono, foi difícil de encontrar algumas papinhas pra repor no fim da viagem (pois é!) mas nada que não conseguíssemos contornar.

Então, se você está na dúvida, minha sugestão é: VÁ MESMO, vai ser uma delícia, e vocês não vão se arrepender de viajar com toda a família!

Agora que você conhece a história, você também pode acompanhar as dicas destes destinos, assim como mais ideias de como planejar a viagem com seu bebê e destinos bacanas com eles nos links abaixo que já escrevi no portal:

 

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Veja outras vantagens locais, quem sabe é seu destino: Descontos e Benefícios

Bom passeio!

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