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Comportamento

3 formas de agir com inteligência emocional no trabalho

Descubra a personalidade de cada colega e aprenda a transformar o ambiente profissional num lugar melhor para todos

Criar interações profissionais emocionalmente mais inteligentes e mutualmente satisfatórias é algo que beneficia todos com quem convive. Há algumas coisas que todo mundo pode fazer para desenvolver a sua inteligência emocional no ambiente de trabalho. Uma das maneiras mais fáceis e efetivas de fortalecê-la é compreender o estilo de cada personalidade. Mesmo que cada pessoa seja um complexo e único misto de características, experiências e perspectivas, todos nós tendemos a nos alinhar de forma mais próxima a uma das seis personalidades gerais:

– Os conectores, calorosos e focados em relacionamentos

– Os conselheiros, conscientes e comprometidos

– Os organizadores, lógicos e peritos em dados

– Os originais, criativos e divertidos

– Os fazedores, cheios de recursos e orientados para a ação

– Os sonhadores, reflexivos e com uma rica imaginação

Conhecer um pouquinho sobre como cada um desses se comporta, como funcionam, como identificá-los e do que precisam vai ajudar você a entender as pessoas com quem trabalha em um nível mais profundo e garantir mais facilmente que você se conecte com elas.

Aqui apresentamos três maneiras fáceis de desenvolver a sua inteligência emocional, sugeridas por especialistas ouvidos pela revista Time:

 

  1. Seja observador

As pessoas manifestam a sua personalidade de diversas maneiras: pelo jeito como se vestem, pela organização de seu espaço de trabalho e, principalmente, através da sua linguagem – não apenas através do que dizem, mas de como dizem. Essas pistas dão a você um caminho para perceber o que é importante para elas e de que maneira elas querem se relacionar. Sintonizar-se conscientemente com as manifestações da personalidade dos seus colegas é muito importante para quem quer desenvolver a sua inteligência emocional.

Um ótimo lugar para ver as personalidades em ação são as reuniões. Aquele colega que adora papear sobre coisas pessoais antes da reunião começar é provavelmente um conector. Organizadores geralmente ouvem com muita atenção e tomam muitas notas, enquanto originais podem parecer inquietos. Conselheiros apimentam a discussão com questões cujo objetivo é garantir que se está indo na direção certa. Fazedores ficam impacientes quando as coisas começam a se atolar em detalhes. Sonhadores parecem que estão em outro lugar.

Você pode cruzar essas observações com outros dados para confirmar a sua impressão inicial. Num e-mail, por exemplo, conectores costumam se referir a sentimentos – “eu adoraria”, “sinto muito” – e usar emoticons. Parágrafos curtos e listas são próprias de organizadores. Originais se destacam pela linguagem informal, gírias e termos em alta. Conselheiros mantêm a formalidade e não fogem ao que é apropriado ao contexto. Fazedores são encantadores, persuasivos e respondem rapidamente. Sonhadores são evasivos, muito mais interessados em uma conversa cara-a-cara do que em uma conversação em grupo.

 

  1. Conecte com empatia

Uma vez que você já viu o bastante para identificar a personalidade de um colega, use o que você sabe para interagir. A regra é simples: devolva o que você conseguiu encontrar.

Os conectores dão muita importância à construção de relações. Assim, perguntar sobre o fim de semana de um conector ou comentar algo sobre a foto que está em sua mesa lhe mostra que você se importa com ele em um nível pessoal e não apenas profissional. Conselheiros valorizam as próprias opiniões e geralmente começam frases com “acredito que..” ou “na minha opinião…”: aproveite e peça a opinião deles com uma pergunta bem aberta, como “qual a sua opinião sobre isso?” Já organizadores preferem responder a perguntais mais específicas, pois apreciam dados, ordem e clareza de pensamento. Agrade-lhes com mensagens escritas concisas e organizadas.

Interaja com originais de maneira informal, mesmo que o assunto seja sério. Com um fazedor, vá direto ao assunto e lhe diga, seja qual for o tema da conversa, como isso vai ser bom para ele. E não force um sonhador a ficar sob os holofotes: fale com ele pessoalmente e, com questões específicas, vá fazendo ele se abrir.

Comunicação é algo que tem a ver com o que está sendo ouvido, não com o que está sendo dito. Seus colegas vão se conectar a você mais facilmente quando você “fala a mesma língua”. Eles se sentem reconhecidos e compreendidos, fazendo com que a conversa seja mais positiva e produtiva.

 

  1. Reconheça diferentes reações às dificuldades

As dificuldades são um elemento inevitável no trabalho e saber como livrar alguém delas é uma prova de ótima inteligência emocional. Também aqui é o estilo da personalidade que mostra o caminho. Cada personalidade se aflige por razões diferentes e manifesta isso também de forma diferente. Ajudar cada pessoa é uma questão de entender e responder às necessidades mais centrais da sua psicologia – aquilo que a motiva e a faz ser quem é.

Um conector com algum problema, por exemplo, precisa se sentir incondicionalmente aceito e querido. Um organizador, por sua vez, precisa de reconhecimento pelo seu trabalho e um bom uso do tempo. Conselheiros precisam saber que são respeitados e as suas contribuições são valorizadas, enquanto originais precisam que as coisas sejam mais fáceis e menos chatas. Fazedores se preocupam quando não têm a ação e os desafios de que precisam. Sonhadores se recolhem em si mesmos em busca de tempo e espaço privados.

Para ajudar cada pessoa de uma maneira emocionalmente inteligente, a sua resposta deve dar ao seu colega o que ele precisa, o que pode ser ou não aquilo de que você precisaria na mesma situação. Ao mesmo tempo, a sua resposta precisa ser autêntica para ser eficaz. Se dar um abraço em um conector não é a sua praia, tudo bem. Um sincero “Ei, vai ficar tudo bem – você faz um trabalho ótimo e fico feliz por estarmos no mesmo time” também vai funcionar. Se você entender a sua necessidade fundamental, estará apto para responder a ela de um modo que fará você se sentir ouvido e valorizado.

 

Colaborou: Felipe Koller.

Com informações de Time.

 

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