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Defesa da Vida

Quem é Mike Pompeo, o conservador que acaba de virar secretário de Estado dos EUA

O ex-diretor da CIA tem um histórico consistente na defesa do direito à vida e na oposição à agenda LGBT.

O presidente dos Estados Unidos nomeou na terça-feira passada (13/03) o diretor da CIA (Agência de Inteligência Central) Mike Pompeo como o novo secretário de Estado norte-americano. Mas quem é Pompeo e por que o seu posicionamento em relação a temas comportamentais e sociais é importante para quem é pró-vida e pró-família?

Pompeo, que foi congressista pelo Partido Republicano entre 2011 e 2017, representando o Kansas, Estado tem um histórico consistente na defesa do direito à vida e na oposição à agenda LGBT. Como parlamentar, Pompeo deixou claro que acreditava que a vida começa na concepção e termina com a morte natural e foi um dos proponentes do Ato pela Santidade da Vida Humana, um projeto de lei que conferiria plena pessoalidade jurídica ao embrião desde a concepção.

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O mesmo não se pode dizer de seu antecessor na secretaria de Estado, Rex Tillerson, ex-CEO da ExxonMobil, a maior empresa petrolífera do mundo. Tillerson nunca deixou clara sua posição sobre esses assuntos, mas fazia parte do conselho dos escoteiros dos Estados Unidos (Boy Scouts of America) quando a organização começou a permitir homossexuais assumidos entre seus líderes.

Pompeo também foi um dos proponentes de um projeto de lei que proibiria o financiamento federal de qualquer grupo que realizasse abortos e outro que incluiria a criança nascitura entre os categorizados como “cidadãos” pela 14ª emenda. Ele também votou a favor da proibição de informações sobre o aborto em centros de saúde escolares e pela proibição de financiamento federal à Planned Parenthood e ao Fundo de População das Nações Unidas.

O ex-parlamentar sempre defendeu a compreensão tradicional do casamento, opondo-se à agenda LGBT. Pompeo saiu em defesa da Lei de Defesa do Casamento, que definia o casamento como união entre um homem e uma mulher e que foi inutilizada pela decisão da Suprema Corte de 2013 que legalizou o casamento homoafetivo no país.

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“Criar, do nada, um direito federal ao casamento é algo que se opõe frontalmente a séculos de entendimento comum de nossa Constituição”, disse Pompeo quando a Suprema Corte dos EUA liberou o casamento homoafetivo no país. “É um abuso chocante de poder. É errado. Eu vou continuar a lutar para proteger as nossas instituições mais sagradas. O Kansas e nossa nação não merecem menos”.

“Como cidadão do Kansas, mantenho uma profunda reverência à santidade da vida, à solidariedade da família e à solenidade do casamento. Lutarei para sustentar esses ideais fundamentais a cada dia. Sou e sempre serei pró-vida e defenderei a vida da concepção à morte natural. Continuarei me opondo a qualquer financiamento público para abortos. E apoio integralmente a tradicional instituição do casamento. Famílias fortes são as peças mais importantes da edificação da nossa República e devemos preservá-las para o bem de nossa comunidade e nossa cultura”, disse ainda.

Espera-se que Pompeo reverta definitivamente a influência dos Estados Unidos nas Nações Unidas e junto a outros países em favor de causas como o aborto e a agenda LGBT – o país se tornou o grande arauto dessas causas durante os governos de Bill Clinton e Barack Obama.

 

Com informações do C-FAM.

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