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Educação dos filhos

Passividade e isolamento: sinais de que seu filho não anda bem emocionalmente

O comportamento da criança diante de algumas situações revela como está a sua saúde emocional e, por isso, os pais precisam estar atentos

Uma criança não precisa só de cuidados físicos – como comer, ir ao médico e ter tempo para brincar –, mas também de uma atenção especial à sua saúde emocional. Especialistas da área reforçam que é fundamental reconhecer os próprios sentimentos e aprender a lidar com eles, não importa a idade.

Mas como identificar se o seu filho tem dificuldade para lidar com os sentimentos e emoções? Quem responde é a psicopedagoga Márcia Canova, da escola infantil Peixinho Dourado, em Curitiba, ouvida pelo Sempre Família. “Uma criança sem autocontrole emocional é desafiadora, agride com o corpo ou com palavras, discute muito, é destrutiva, não consegue pedir desculpas, é nervosa, tem crises de birra, chora por qualquer motivo, é muito preocupada, se isola, é muito tímida, fica grudada demais nos adultos, é apática e não consegue esperar”, explica.

Como ensinar as crianças a falarem sobre seus sentimentos

Cabe aos pais, no entanto, identificar esses sinais observando atentamente o comportamento dos pequenos, não só em casa, mas também na escola, em lugares públicos e na casa dos avós, por exemplo. “Um filho que cresce passivo e desmotivado até os 8 anos de idade terá mais dificuldade para mudar esse comportamento depois. Por isso, é tão importante que os pais ensinem a resolver os problemas de relacionamento típicos de cada fase o quanto antes”, orienta Márcia.

Interferir para ensinar

Ainda segundo a psicopedagoga, é possível estimular a criança a desenvolver uma inteligência emocional. “O convívio com outras crianças, sejam da mesma idade, maiores ou menores dará muitas possibilidades de exercitar essas habilidades. Os pais não devem deixar apenas a escola como responsável por esse processo”, ressalta Márcia. “É importante que eles observem seus filhos nas relações com outras crianças e que interfiram, não para fazerem por elas, mas sim ensinando-as a ter autocontrole, respeito, tolerância e a esperar”.

Além disso, Márcia orienta os pais a levarem amigos em casa, participarem de festas de aniversário e terem um convívio social além da escola. Isso dará a oportunidade de exercerem essa aprendizagem necessária para a formação humana dos filhos.

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