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Casamento e Compromisso

Papa realiza casamento de comissários de bordo em pleno voo

Francisco conversava com o casal de funcionários da Latam quando soube que eles eram casados apenas no civil e se ofereceu para realizar o rito.

O papa Francisco, que está em viagem pela América do Sul, realizou nesta quinta-feira (18/01) o casamento de dois comissários de bordo em pleno voo no trajeto entre Santiago e Iquique, última etapa de sua visita ao Chile, antes de seguir para o Peru.

Carlo Ciuffardi, de 41 anos, e Paula Podest, de 39, funcionários da Latam, foram pedir uma bênção ao papa durante o voo, que durou mais de duas horas. Francisco perguntou se eles eram casados, e eles responderam que apenas no civil. O pontífice então perguntou: “Ei, vocês não querem se casar?”

“Aqui?”, respondeu o casal, que, assustado, concordou. Primeiro, o papa ouviu a confissão de cada um. Depois, na pequena celebração, realizada na parte dianteira do avião, o papa pediu as alianças dos dois e fez todas as perguntas típicas do ritual do matrimônio. Como padrinho, que no casamento católico tem a função de testemunha, foi rapidamente recrutado o presidente da Latam, Ignacio Cueto, que acompanhava o voo.

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Segundo o porta-voz do Vaticano, Greg Burke, foi feita até uma certidão de casamento, a mão. “É tudo válido, tudo lícito!”, declarou Burke. “Em 18 de janeiro de 2018, no voo papal de Santiago a Iquique, o sr. Carlos Ciuffardi Elorriaga e a sra. Paula Podest Ruiz contraíram matrimônio e foram testemunhados por Ignacio Cueto, sendo o santo padre, o papa Francisco, quem tomou o consentimento”, diz o documento.

O casal tem duas filhas, uma de 6 e outra de 3 anos. Eles tinham marcado o casamento religioso quando se uniram, em 2010, mas o terremoto que abalou o Chile naquele ano interditou a igreja onde a celebração seria realizada.

“O que ele nos disse é muito importante: ‘Este é o sacramento de que o mundo precisa, o sacramento do matrimônio. Tomara que esse acontecimento motive os casais ao redor do mundo a se casar’”, contou Ciuffardi.

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2 Comentários
  1. Ato imprudente do Santo Padre. O casamento pode ser nulo pelo simples fato de que os noivos nem sequer pediram para se casarem, podendo ter aceitado se casar no susto, no calor do momento, num ato não refletido, afinal já faz 7 anos e dois filhos sem que tivessem procurado uma igreja para casarem.
    Qual a razão de haver regras para o matrimônio nas paróquias, como um mês de proclames, verificação do estado civil dos cônjuges pelo batistério, proibição de celebração de casamentos em salões e chácaras, preparação dos noivos?
    Só porque Francisco é papa, não significa que possa fazer o que lhe der na telha, ao arrepio da lei na igreja. Isso desmoraliza a Igreja. Os inimigos da Igreja aplaudem de pé esse pontificado calamitoso.

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