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Pets

O que levar em conta antes de ter um animal de estimação

Eles podem ser considerados membros da família, mas antes de decidir ter um animal de estimação, é preciso avaliar as implicações do pet na rotina da casa

Bichos geram custos

Antes de ter um animal, é preciso avaliar os gastos que a família terá com alimentação, produtos de higiene e cuidados veterinários. Os custos com a manutenção de um cão de grande porte, como um Dogue Alemão, por exemplo, serão bem maiores do que o necessário para cuidar de um hamster.

 

Viagens familiares

Quando os pets não podem acompanhar a família durante as viagens, será preciso encontrar alguém que possa cuidar do animal, fornecendo água e comida, além de atenção ao bichinho. Há clínicas veterinárias que oferecem serviço de hospedagem para pets, mas isso tem custo.

 

Espaço adequado

Pense no espaço necessário para manter o animal depois de adulto. Criar um São Bernardo em um apartamento de 50 metros quadrados, por exemplo, é inviável. Já um Chihuahua poderia viver perfeitamente nesse espaço. O animal vai precisar também de um local determinado para dormir, abrigado da chuva e do frio, outro para se alimentar e fazer as necessidades.

 

Tempo

Qualquer animal de estimação precisa de atenção e carinho. De nada adianta adquirir um pet se a família não está disposta a dedicar parte do dia a ele. Cabe lembrar que cada espécie de animal tem necessidades de atenção e cuidado diferentes. Um pássaro, por exemplo, vai exigir menos atenção diária do que um cão ou gato.

 

Divisão de tarefas

É importante envolver toda a família no cuidado com o animal. Mesmo que o bichinho seja oficialmente de apenas um dos integrantes da família, todo mundo precisa interessar-se pelo bem-estar do pet. Isso significa, entre outras coisas, não maltratar nem colocar a saúde e segurança do animal em risco.

 

Educação/adestramento

Cães e gatos precisam ser ensinados a se portarem bem em casa (fazer as necessidades no local correto, não pular nas pessoas, não subir na mesa, não roer sapatos etc). Toda a família precisa colaborar nesse processo. Se esse compromisso não for assumido, há o risco de que o bichinho fique fora de controle.

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