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Deputado Ronaldo Fonseca (foto: Agência Câmara)
Deputado Ronaldo Fonseca (foto: Agência Câmara)
Atualidades, Religião

Novo partido político ligado à Assembleia de Deus está prestes a ser criado

Maior denominação evangélica do país é a principal responsável pela coleta de assinaturas para fundar a legenda

O Brasil deve ganhar em 2017 sua 36ª legenda partidária, o Partido Republicano Cristão (PRC), que têm entre seus principais articuladores lideranças da Assembleia de Deus. Os fiéis da maior denominação evangélica do país – a igreja detém 30% dos 42 milhões de evangélicos do país, segundo o censo de 2010 – também são os responsáveis pelo sucesso na coleta de assinaturas, o que deve viabilizar a fundação do partido em junho desse ano. Das 486 mil assinaturas exigidas pelo Tribunal Superior Eleitoral, foram registradas em cartório 300 mil, pelo menos até o início de março

Para o deputado Ronaldo Fonseca, um dos articuladores da proposta e filiado atualmente ao Pros-DF, a criação da nova sigla é resultado da insatisfação de colegas e eleitores com as atuais opções partidárias. “O Partido Republicano Cristão não é apenas uma sigla. Ele foi criado por causa da péssima qualidade dos partidos políticos atuais”, afirma. Fonseca é líder da bancada de 24 deputados ligados à Assembleia de Deus na Câmara.

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Apesar da proximidade com o grupo religioso, o parlamentar enfatiza que o partido não pertence a igreja e diz que não haverá restrição quanto ao ingresso de pessoas que não sejam evangélicas ou pertencentes à Assembleia de Deus. “A diversidade é um dos valores da democracia e o PRC leva a sério isso. Não se trata de um partido evangélico, mas sim de um partido cristão”.

O projeto do novo partido não é novo. Em 2015, a Convenção Geral das Assembleia de Deus no Brasil (CGABD) chegou a mobilizar, por meio dos ministérios filiados, mais de 40 mil pastores para que recolhessem assinaturas de fiéis em cerca de 100 mil locais de culto, no país todo. É explícito por parte dos envolvidos no processo o desejo de que o partido defenda com seriedade valores familiares tradicionais. Para Fonseca, essa bandeira não é devidamente defendida por nenhum dos partidos atuantes hoje.

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