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Foto: Reprodução/YouTube
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Defesa da Vida

Mãe de menina com síndrome de Down é excluída de debate para “não incomodar” quem abortou

Sarah Costerton seria escalada para o debate porque decidiu manter a gravidez quando descobriu que sua filha poderia ter síndrome de Down, mas a BBC voltou atrás.

O jornal Daily Mail revelou que a rede de televisão britânica BBC baniu a participação de uma mulher grávida, mãe de uma menina com síndrome de Down, em um debate exibido em 16 de outubro como parte do documentário Abortion On Trial (“O aborto em julgamento”), que discutiu a legislação sobre o aborto no Reino Unido. A produção alegou que a sua gravidez poderia “ofender” as participantes que já abortaram.

Sarah Costerton, de Londres, recusou o aborto quando um exame detectou que sua filha, Beth, hoje com quatro anos, tinha 50% de chances de nascer com a condição – e diz que ela e o marido, David, nunca se arrependeram da decisão. Ela atualmente está grávida do seu terceiro filho.

A ex-enfermeira chegou a ser entrevistada para participar do programa, mas a equipe de produção voltou atrás alegando que as outras participantes do debate – algumas das quais já abortaram – poderiam ficar incomodadas com a sua gravidez.

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“Eles ficaram preocupados que a minha gravidez inibisse as outras pessoas de falar livremente ou causasse desconforto; que ela poderia ofender quem optou por abortar. Foi o que disseram”, contou ela ao Daily Mail. “Para mim, pareceu que a gravidez foi uma pedra de tropeço”.

Costerton, de 43 anos, disse que é inconcebível que um debate sobre o tema possa representar todos os pontos de vista se nenhuma das participantes é gestante. “A simpatia sempre está com as mulheres que já fizeram aborto e a sociedade espera que todo mundo se sinta assim. Qualquer um que não endosse isso é rotulado como direitista, anti-escolha e misógino”, disse a gestante.

“Os comentários que já ouvi sobre a minha filha ter síndrome de Down são inacreditáveis. Os portadores da síndrome têm que aguentar ser ofendidos todos os dias”, afirmou. “Se mulheres que interromperam a gravidez estão dispostas a aparecer na televisão testemunhando isso e explicando seus motivos, eu grávida sentada ali não deveria fazer nenhuma diferença ou ser ofensivo”.

Não foi a única manifestação de parcialidade por parte do programa. O documentário omitiu seletivamente dados de uma pesquisa de opinião encomendada pela própria emissora, ao ver que muitos deles mostravam que a população é contrária a estender a legalização do aborto no país.

 

Com informações de Daily Mail.

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1 Comentário
  1. Nada espanta, vindo dessa turma de abortistas assassinos! Aborto é assassinato da forma mais hedionda possível, pois mata quem não tem qualquer possibilidade de defesa! Deus Abençoe essa mãe. Aliás, tenho certeza que a Abençoa a todo momento, pois com certeza ela é feliz e realizada, ao contrário de quem já praticou o aborto, pois até hoje nunca vi um(a) abortista feliz e realizada…

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