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Defesa da Vida

Trump proíbe o financiamento público de ONGs que promovem e realizam abortos no exterior

Com isso, o braço internacional da maior rede de clínicas de aborto do mundo, a Planned Parenthood, deixa de ser financiado pelo governo.

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump assinou hoje (23/01) uma ordem executiva que restabelece a proibição de financiamento federal a organizações não-governamentais que promovem ou realizam abortos fora do país. Com isso, as atividades internacionais da Planned Parenthood, a maior rede de clínicas de aborto do mundo, deixam de receber financiamento do governo norte-americano.

A ordem, chamada de “política da Cidade do México” – por ter sido anunciada pela primeira vez em um evento na capital mexicana –, havia sido implementada pelo presidente Ronald Reagan em 1984, cancelada por Bill Clinton em 1993, reinstituída por George W. Bush em 2001 e suprimida novamente em 2009 por Barack Obama.

O porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, disse que essa decisão mostra aos norte-americanos e ao mundo todo “o valor que damos à vida” e que Trump quer “defender todos os norte-americanos, inclusive os nascituros”.

A rede de clínicas de aborto Planned Parenthood esteve no centro de uma investigação em 2015, quando se soube que ela vendia clandestinamente tecidos e órgãos dos fetos abortados para transplantes.

A decisão de Trump acontece justamente um dia depois do 44º aniversário da decisão judicial que legalizou o aborto no país e a poucos dias da Marcha pela Vida em Washington, que se dará no próximo domingo.

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1 Comentário
  1. Planned Parenthood ganhou admiração de grupos como os nazistas, que liam seus livros, da KKK, para quem até chegou a dar uma palestra, e Democratas como Barack Obama e Hillary Clinton. Hillary, em seus debates com Donald Trump, constantemente explicava seu plano de governo prometendo mais fundos para Planned Parenthood, E em mais de uma ocasião demonstrou sua admiração em público por Margaret Sanger: eugenista tinha como projeto esterilizar populações negras e promover o aborto de negros, imigrantes e indigentes por serem “reprodutores imprudentes”, “humanos que nunca deveriam ter nascido”

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