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Defesa da Vida

Hungria: políticas pró-família fazem número de abortos despencar

Nos últimos sete anos, houve também uma queda expressiva no número de divórcios e um aumento no número de casamentos.

O apoio cada vez maior que o governo da Hungria tem dado à instituição da família está criando têm possibilitado que casamentos prosperem, que as famílias cresçam e que o número de abortos despenque. É o que disse Katalin Novák, a ministra da Família, Juventude e Assuntos Internacionais do país, em uma conferência realizada em Roma no último dia 21 de maio.

Entre 2010 e 2017, o número de abortos por ano no país caiu de 40.449 para 28.500. No mesmo período, houve também uma queda expressiva no número de divórcios – de 23.873 para 18.600 – e um aumento no número de casamentos – de 35.520 para 50.600.

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“Uma virada duradoura nas tendências demográficas é pré-condição para o desenvolvimento social e a sustentabilidade da Hungria a médio e longo prazo”, disse Novák. “O objetivo pode ser alcançado com uma política familiar estável, complexa, segmentada e flexível, capaz de adaptar-se às mudanças de necessidades e de condições”.

“A Lei Fundamental – a Constituição da Hungria – dá especial importância à família, protege a instituição do casamento e estabelece que o fundamento da família está no casamento e no relacionamento entre pais e filhos. Declara ainda que a Hungria deve encorajar ao compromisso de ter filhos”, afirmou a ministra.

As políticas pró-família húngaras incluem apoio à maternidade, licença-parental remunerada, benefícios fiscais familiares e subsídio para habitação, benefícios fiscais que encorajam casais jovens a se casar, campos de férias gratuitos para crianças e redução nos custos de serviços públicos. De 2010 a 2017, é possível observar um aumento de 63,8% no rendimento médio líquido das famílias húngaras, devido apenas à redução de impostos.

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No mesmo período, a taxa de fertilidade subiu de 1,23 filhos por mulher para 1,5. Além disso, as políticas impactaram a conciliação entre família e trabalho, considerada pelo governo de fundamental importância. A porcentagem de mulheres ativas no mercado de trabalho passou de 50,2% para 61,3% no período.

A conferência de Novák foi lida por Christine de Marcellus Vollmer, vice-presidente da Academia João Paulo II para a Vida Humana e a Família, a entidade que organizou o simpósio. A academia foi fundada em 2017 por ex-membros da Pontifícia Academia para a Vida, depois que o Papa Francisco decidiu reformar os estatutos e substituir a maior parte dos membros da instituição fundada por João Paulo II em 1994.

 

Com informações de Life Site News.

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