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Educação dos filhos

Fazer amigos na infância pode ser complicado, mas os pais podem ajudar

Algumas atitudes que os pais podem tomar e que ajudarão seu filho na hora de socializar com outras crianças

Se para alguns adultos fazer novos amigos ou até conseguir manter as amizades é uma tarefa complicada, para as crianças isso pode ser tão custoso quanto. Essa competência está inserida no que chamamos de inteligência emocional, que começa a ser adquirida desde que nascemos. E na aquisição dessa habilidade pelas crianças, os pais têm um papel fundamental, ao ajudarem seus filhos a construir laços afetivos com outras crianças. Só que quando os pais conseguem dedicar uma grande parte de seu dia aos filhos, isso fica mais fácil, já que eles podem apoiá-los e incentivá-los nos momentos de convivência com outras pequenas, sob sua supervisão. Mas e quando chega fase em que os filhos vão para a escola, por exemplo, e passam a ficar horas longe de sua influência. O que os pais podem fazer?

Apesar de parecer um momento ruim, essa nova fase ajudará, naturalmente, a criança a socializar, amadurecer e se tornar mais independente. Logo, você também precisará mudar o foco das coisas que ensina para ele em casa e que podem ajudá-lo nos próximos passos. Confira algumas estratégias sociais que podem tornar a vida de seu filho mais fácil:

1. Junte-se à brincadeira

Quando você estiver em algum parque com seu filho ao lado de um grupo de crianças que brinca na areia e perceber que ele as observa de longe com certa insegurança de se aproximar, encoraje-o a se aproximar da brincadeira dos outros. Isso pode ser muito mais eficaz do que um simples “posso brincar com vocês?”. Leve-o, por exemplo, a construir um castelo relativamente perto e comece a ajudá-lo encontrando uma pá e buscando água se preciso. Brincar ao lado, na maioria das vezes, acaba se transformando em brincar juntos.

2. Siga as regras

Quantas vezes você já viu seu filho começar a se comportar mal quando não está conseguindo se adaptar às regras de alguma brincadeira? É muito importante compreender sentimentos como ciúme, insegurança, falta de habilidade, etc., mas você também precisa fazê-lo compreender e perceber que suas ações têm consequências. Se todos estiverem no zoológico, por exemplo, e ele fizer uma birra, as outras pessoas não poderão aproveitar aquele momento com tranquilidade.  Uma criança que está na escola deve entender que, a partir de agora, como ela se comporta em público afetará a vida dos outros e até mesmo o desejo que os outros têm de brincar com ele.

3. Resolvendo Conflitos

Em um grupo de crianças, sempre chega um momento em que todos querem o mesmo brinquedo, não é? São situações complicadas em que algumas delas acabam chorando. Quando seu filho passa a conviver com muitas crianças diariamente, as coisas serão bem mais fáceis se ele já tiver aprendido a usar alguns objetos junto com os outros. Em situações como essa, tente convencer as crianças a chegarem a um acordo, mas se elas não forem capazes, proponha suas soluções: “Que tal eu colocar o cronômetro do celular e quando o alarme tocar o brinquedo vai para o próximo?”. Para um adulto, encontrar uma solução para esse problema é simples, e conseguir transmitir ao seu filho como fazer isso pode dar um pouco de trabalho, mas não é impossível

4) Pedir perdão

Imagine a cena: seu filho é puxado muito rápido no escorregador e, acidentalmente, empurra outra criança que cai, começa a chorar e a acusar seu filho. A sua missão aqui é clara: tranquilizar o seu pequeno para que ele não fique triste e incentivá-lo a ser solidário com a outra criança. Você pode dizer: “Eu sei que não foi sua culpa, mas essa criança se sentiria melhor se você pedisse desculpas pelo incidente e ajudasse ela a limpar a areia de sua roupa”.

Com informações de Crecer Feliz.

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