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Sociedade

Catedral de Buenos Aires é atacada por feministas radicais no Dia da Mulher

Vídeo mostra jovem católico que portava uma bandeira do Vaticano sendo agredido por ativistas feministas que picharam as paredes do templo

A catedral de Buenos Aires se tornou o cenário de atos de violência perpetrados por manifestantes feministas na noite de ontem (08/03). Uma manifestação pelo Dia Internacional da Mulher acabou em confronto quando cerca de quatro ativistas com os rostos cobertos jogaram pedras e objetos cortantes na fachada do templo e acenderam uma fogueira diante da tela de proteção montada para evitar danos ao edifício.

Um jovem católico que se aproximou da fogueira ostentando uma bandeira do Vaticano foi hostilizado por algumas manifestantes. Ele permaneceu no centro de empurrões e agressões até que outras ativistas procuraram fazê-lo se afastar do local para não ser atacado.

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Sob gritos de “Iglesia, basura, vos sos la dictadura” (“Igreja, lixo, vocês são a ditadura”), manifestantes também picharam a tela de proteção com frase como “aborto legal”. Equipes de jornalismo – de veículos como Todo Noticias, Canal 26 e C5N – que cobriam os protestos também foram agredidos, sob o pretexto de que os meios de comunicação estariam a favor da Igreja.

A polícia, que estava entre a tela de proteção e a igreja, interveio com bombas de gás lacrimogênio e realizou algumas detenções, além de ter apagado o fogo.

Não é a primeira vez que a arquidiocese de Buenos Aires, que já foi governada pelo hoje papa Francisco, torna-se palco de confrontos no Dia Internacional da Mulher. Tumultos envolvendo católicos e feministas radicais e o movimento LGBT tem se tornado frequentes.

 

Veja mais imagens do ataque no site do Clarin.

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1 Comentário
  1. as feministas deveriam se envergonhar da covardia de violentar um lugar sagrado e desrespeitar a fé de pessoas pacíficas… porque será que elas não fazem isso em mesquitas muçulmanas aonde a regra para a mulher é rígida e define claramente um papel para a mulher, o que contrariaria o que elas defendem como direitos? É falta de coragem?

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