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Jônatas Dias Lima

Blog da Vida

Opinião e notícia sobre as causas pró-vida e pró-família

“Ministério da Saúde” dos EUA anuncia que cuidará dos americanos “desde a concepção”

É a primeira vez que a expressão aparece relacionada à missão do órgão governamental

Foto: American Life League
Foto: American Life League

O governo dos Estados Unidos fez uma mudança sutil, mas muito relevante na missão do Department of Health and Human Services (HHS), o órgão equivalente ao Ministério da Saúde no Brasil.  A cada quatro anos o HHS publica seu plano estratégico no qual consta um texto introdutório explicando a missão do departamento. Normalmente, esse texto introdutório segue o seguinte padrão:

HHS accomplishes its mission through programs and initiatives that cover a wide spectrum of activities, serving Americans at every stage of life.

(O HHS cumpre a sua missão através de programas e iniciativas que cobrem um amplo espectro de atividades, servindo aos norte-americanos em todas as etapas da vida)

A nova edição do plano, no entanto, trouxe essa novidade muito bem vinda:

HHS accomplishes its mission through programs and initiatives that cover a wide spectrum of activities, serving and protecting Americans at every stage of life, beginning at conception.

 (O HHS cumpre a sua missão através de programas e iniciativas que cobrem um amplo espectro de atividades, servindo e protegendo os norte-americanos em todas as etapas da vida, começando na concepção)

Embora o texto divulgado pelo HHS ainda trate-se de um rascunho do plano para 2018-2022, é a primeira vez que o termo “começando na concepção” aparece relacionado à missão do órgão. E não se trata da única mudança benéfica.

Na parte que trata da primeira meta estratégica do HHS, intitulada “Reformar, fortalecer e modernizar o sistema nacional de saúde”, o texto menciona os nascituros:

 

HHS is dedicated to reforming, strengthening, and modernizing the Nation’s health care system. By promoting greater affordability and balancing spending, strengthening health care quality and patient safety, improving access and expanding choices, and investing in the health care workforce, HHS seeks to improve health care outcomes for people we serve. While we may refer to the people we serve as beneficiaries, enrollees, patients, or consumers, our ultimate goal is to improve healthcare outcomes for all people, including the unborn, across healthcare settings.

(“O HHS está dedicado a reformar, fortalecer e modernizar o sistema nacional de saúde… O HHS procura melhorar a saúde das pessoas às quais servimos. Embora possamos nos referir às pessoas às quais servimos como beneficiários, pacientes ou consumidores, o nosso objetivo final é melhorar a saúde para todos, incluindo os nascituros, através das instalações de saúde”).

No texto da terceira meta, aparece outra surpresa pró-vida:

A core component of the HHS mission is our dedication to serve all Americans from conception to natural death, but especially those individuals and populations facing or at high risk for economic and social well-being challenges, through effective human services.

(“Um componente chave da missão do HHS é a nossa dedicação para servir todos os norte-americanos desde a concepção até a morte natural, mas especialmente aqueles indivíduos e populações que enfrentam riscos sociais e econômicos, através de serviços humanos eficientes”).

A entidade pró-vida a notar essas pequenas alterações foi o grupo Live Action, que afirmaram em seu site tratar-se de “um pequeno passo, mas um passo na direção correta, reconhecendo que a vida existe no útero”.

Num país onde o próprio poder judiciário abriu mão de proteger a vida humana em gestação – nos EUA pode-se abortar até o 9º mês de gestação -, ver o governo tomando pra si a responsabilidade proteger essas vidas via política pública é mesmo algo muito significativo.

Não há mais a menor sombra de dúvida de que o governo Trump é o mais pró-vida que os Estados Unidos teve, em décadas.

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