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Virtudes e Valores

Estes 10 irmãos perderam o pai para o terrorismo e a mãe para o câncer, mas a fé os manteve unidos

O pai da família Palombo era um dos bombeiros que morreu salvando outras pessoas no atentado às Torres Gêmeas, em 2001

Quinze anos atrás, o mundo assistia chocado ao atentado terrorista às Torres Gêmeas, em Nova York. Naquele 11 de setembro de 2001, milhares de pessoas perderam seus entes queridos. É o caso da família Palombo: os dez irmãos tiveram que dar adeus ao seu pai, Frank, um dos 343 valentes bombeiros que morreram nesse dia. Doze anos depois, a sua mãe também morreu, devido a um câncer. O que manteve os irmãos unidos? A sua fé.

Os Palombo são uma família católica que participa do Caminho Neocatecumenal, um movimento fundado na Espanha em 1964. A rede de televisão CNN mostrou que, quinze anos depois do atentado, os dez irmãos ainda vivem juntos, mantêm a vida de fé e suportam com esperança as provações, graças à fé que seus pais lhes transmitiram.

“Eles nos ensinaram a importância de estar juntos, comer juntos e rezar juntos”

Em 2001, depois da morte de Frank aos 46 anos, a sua esposa, Jean Palombo, ficou responsável pela família: oito meninos e duas meninas, que tinham então entre 11 meses e 15 anos. O pior temor de Jean era que o Estado questionasse a sua capacidade de criar os seus filhos e os separasse dela. Entretanto, a mãe manteve sua fé.

Apesar das dificuldades, Jean e seus dez filhos seguiram em frente. Embora recebesse a ajuda de familiares, bombeiros e membros da Igreja, as pessoas diziam que foi a firme determinação de Jean que ajudou os seus filhos a permanecerem em um bom caminho.

Câncer

Em 2009, oito anos depois da morte de Frank, a família recebeu outra notícia difícil: Jean foi diagnosticada com câncer de cólon e teve que fazer um tratamento de quimioterapia e submeter-se a diversas cirurgias.

No dia 8 de agosto de 2013, Jane se despediu da família, falecendo aos 53 anos. “Olhem tudo o que vivemos juntos. Vocês estarão bem. Sejam agradecidos. Às vezes as coisas vão mal. Amem a vida, e façam o melhor que puderem fazer”, disse aos seus filhos antes de partir.

Jean morreu em sua casa, rodeada dos seus filhos e irmãos. Uma de suas filhas, Maggie, de 13 anos, disse que sentiu uma paz profunda: “Minha mamãe está no céu, eu sei que ela tem a alegria completa, o que mais eu posso desejar para ela?”

“Minha mamãe está no céu, eu sei que ela tem a alegria completa, o que mais eu posso desejar para ela?”

Daniel, seu filho de 16 anos, disse que se sente muito feliz de fazer parte desta família, porque viu todo o bem no meio do sofrimento e da morte da sua mãe, “na maneira através da qual ela ajudava os outros a verem as coisas com fé”.

Atualmente os 10 irmãos vivem em uma casa de dois andares em Ridgewood, Nova Jersey. Patrick, de 21 anos, explicou que Frank e Jean lhes “ensinaram a importância de estar juntos, comer juntos e rezar juntos. Essas três coisas de maneira especial.”

Todos os domingos, eles ainda se reúnem para fazer a oração da manhã. Contam também que seu pai costumava rezar à mesa e agradecia a Deus pela bênção de ter tantos filhos.

O nome do Frank Palombo se encontra no painel em frente à nova Torre da Liberdade junto dos nomes de todos os que faleceram após os atentados. A 19 quilômetros, Jean Palombo descansa no cemitério de São Pedro em Belleville, Nova Jersey. A lápide leva os nomes e as imagens de ambos os cônjuges.

 

Com informações de CNN e ACI Prensa.

Colaborou: Felipe Koller

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