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Crédito: Bigstock.
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Pets

Seu bichinho deve combinar com você

Conversar antes de definir qual animal de estimação a família deve ter pode fazer a diferença no convívio entre todos

Você sabia que os animais e suas diferentes raças possuem características próprias? E que é importante conversar em família para decidir se terão mesmo um animalzinho? Isso porque existem muitas opções para escolher, para casas com crianças pequenas, famílias com idosos, casais ainda sem filhos em apartamentos. O Sempre Família conversou com a médica veterinária e especialista em homeopatia, radiestesia e acupuntura em animais, Josimara Cazzeta, em busca de orientações importantes que devem ser levadas em consideração.

Idosos

Crédito: Bigstock.
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O animal de estimação é muito indicado para idosos, pois ele faz companhia e inspira cuidados que resgatam o senso de responsabilidade. A sugestão neste caso é o gato, que exige menos do idoso fisicamente e tem cuidados mais simples. Basta uma caixa de areia – sempre higienizada – comida e água. Se a preferência for um cachorro, a escolha deve ser por um animal de pequeno porte, que tem menor vigor físico, e de raças menos agitadas.

 

Famílias com crianças pequenas

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Neste caso, mais importante que definir o animal, é saber se a família toda concorda em ter um. “Cães e gatos não são brinquedos. Não podem ser esquecidos quando a brincadeira perde a graça. Eles são seres vivos, que precisam de atenção, carinho, cuidados e alimento”, reforça Josimara. Todos devem se responsabilizar pelo pet e as crianças precisam se comprometer. Tomada a decisão, é hora de avaliar o espaço onde o bichinho ficará. Assim fica mais fácil definir se terão gatos, cachorros de pequeno, médio ou grande porte.

 

Casais ainda sem filhos

Crédito: Bigstock.
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O acordo em ter um animal de estimação aqui também vale. Como, em geral, casais sem filhos passam o dia fora trabalhando, existe uma preocupação em deixar o pet sozinho. Mas Josimara diz que basta dar atenção ao chegar em casa e tudo se resolve. “Lembre-se de passear e brincar todos os dias”, afirma a veterinária. Outra orientação importante é com relação à raça. Os cães mais agitados não podem ficar sozinhos. “Ou eles destruirão sua casa”, se diverte Josimara.

 

Adote e ame

Em tempos de abandono e maus tratos de animais, adotar pode ser uma excelente opção. Há feiras e eventos espalhados pelas cidades para facilitar esse processo. A dica é adotar um animal com mais de um ano para que o tamanho dele já esteja definido e não haja surpresas. Para Josimara, adotar é muito especial, pois o cão traz com ele um sentimento de gratidão por quem o adotou, e isso é muito benéfico para toda a família. E lembre-se de amar seu bichinho. “Animais são como anjos da guarda, nos fazem bem, são importantes para o desenvolvimento do vínculo afetivo. Incentive seu filho a cuidar e a interagir”, finaliza.

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