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Sequência de “A Paixão de Cristo” deve ser lançada no final de 2019

Filme mostrará os três dias de angústia que os apóstolos viveram até o dia da ressurreição de Cristo

Em entrevista ao site USA Today, no início do ano passado, Jim Caviezel havia confirmado que uma sequência do filme “A Paixão de Cristo” seria lançada em futuro breve. Caviezel interpretou Jesus Cristo no filme dirigido por Mel Gibson em 2004. Agora, alguns meios de comunicação já começam a anunciar que a “A Paixão de Cristo: a ressurreição” deve chegar às telas do cinema no final de 2019 ou, no máximo, na Semana Santa de 2020.

Caviezel contou na ocasião, que a sequência começa exatamente onde o filme anterior terminou – no enterro de Cristo – e que agora ele segue passo a passo os três dias de angústia que os apóstolos viveram até o dia da ressurreição. É um período de tempo pouco explorado em outros filmes sobre Jesus, e que ao mesmo tempo mostrará as intrigas no Palácio de Herodes e os eventos que ocorreram em Jerusalém até aquele domingo.

A Samuel Goldwyn Films patrocina o projeto, que tem um orçamento de 20 milhões de dólares. O longa foi rodado em Israel, no Marrocos e na Europa, e conta com a mesma equipe do primeiro filme. Além do retorno de Mel Gibson, o produtor também já confirmou o mesmo elenco central: Jim Caviezel (Jesus Cristo), Maia Morgenstern (Maria), Christo Jivkov (discípulo João) e Francesco De Vito (discípulo Pedro).

Dan Gordan (roteirista dos filmes O Furacão e O Condenado de Alcatraz) escreveu a primeira versão do roteiro, que depois foi substancialmente modificado por Randall Wallace (escritor de Coração Valente, em que Gibson triunfou no duplo papel de ator e diretor). Conforme contou o produtor, a trama desenvolverá os desejos de poder, ganância e ambição por alguns dos personagens envolvidos na crucificação: Poncio Pilatos, Herodes, Caifás e Judas. E há algum tempo, Mel Gibson já havia dado pistas sobre essa questão quando disse que “o filme não será apenas a narração de um evento extraordinário como a ressurreição de Cristo, mas também de todos os eventos que o cercam e que evidenciam ainda mais seu significado”.

 

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