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Personalidades

Pequenos príncipes: as crianças mais poderosas do mundo

Eles brincam e se divertem como qualquer menino e menina, mas desde já são preparados para governar importantes nações

Na alegria e na inocência elas são como qualquer criança, mas já nasceram politicamente muito poderosas, embora provavelmente não deem a mínima para isso agora. Conheça a futura geração de reis, rainhas e imperadores que são preparados para governar importantes nações do mundo daqui a algumas décadas:

 

George Alexander Louis (Inglaterra)

Crédito: Divulgação.
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O herdeiro da coroa britânica completou dois anos de idade em julho e certamente é o pequeno príncipe mais fotografado do mundo. Num país onde a família real é objeto de muita badalação, George é adorado pelo povo britânico, embora ainda nem saiba falar com a desenvoltura de um monarca. Ele é o terceiro na linha de sucessão da realeza britânica, ficando atrás de seu pai (William) e de seu avô (Charles). Quando assumir o trono, será não apenas rei do Reino Unido, mas também chefe da Commonwealth, uma comunidade internacional de 53 nações que se desenvolveram a partir do Império Britânico. Pertencem à essa comunidade, por exemplo, o Canadá, a Austrália e a Índia.

 

Elisabeth Theresia Maria Helena (Bélgica)

Crédito: Wikimedia.
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Em 1991 a Bélgica mudou seu sistema de sucessão, passando a permitir que mulheres cheguem ao trono. Foi essa alteração que permitirá que a jovem princesa Elisabeth Theresia Maria Helena, de 13 anos, um dia se torne a primeira rainha belga. Ela é a primeira na linha sucessória, logo atrás de seu pai, o rei Felipe, e desde o nascimento detém o título de Duquesa de Brabant. Em 2014, Elisabeth fez seu primeiro discurso oficial num evento alusivo à Primeira Guerra Mundial.

 

Leonor de Bourbon Ortiz (Espanha)

Crédito: Divulgação.
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Em 2014, a pequena Leonor de Bourbon Ortiz (Espanha), de 9 anos, se tornou a mais jovem herdeira direta do trono espanhol. Depois que o rei Juan Carlos I abdicou, seu pai Felipe VI assumiu o trono, o que a colocou automaticamente na posição de primeira substituta na linha de sucessão. Ela será a futura Rainha da Espanha, contanto que seu pai não tenha um filho homem, o que alteraria a ordem de sucessão. Se for coroada, ela também assumirá uma série de outros títulos de nobreza, que somente o rei detém.

 

Catharina-Amália (Holanda)

Crédito: Wikimedia.
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A princesa da Holanda, nascida em 2003, é outra menina a assumir o primeiro lugar na ordem de sucessão de um trono europeu. Desde que nasceu detém o título de Princesa dos Países Baixos e Princesa de Orange-Nassau. Semelhante ao que houve na Espanha, a avó de Catharina, a rainha Beatrix, abdicou do trono em 2013, em favor de seu filho Willem-Alexander, pai da pequena princesa, que por sua vez é sua primeira filha. Catharina tem ainda duas irmãs: Alexia e Ariana.

 

Hisahito (Japão)

Crédito: Imperial Household Agency.
Crédito: Imperial Household Agency.

Com 9 anos, o príncipe Hisahito é o terceiro na linha de sucessão do império japonês. À frente dele está seu tio, o príncipe Nahurito, e seu avô, o Imperador Akihito I. O sistema de sucessão do Japão privilegia os herdeiros de sexo masculino, por isso, embora o segundo na linha de sucessão, seu tio, seja pai da princesa Aiko, é Hisahito quem deve ser coroado no futuro. O nome do Hisahito significa “homem sereno e virtuoso”.

 

Christian Valdemar Henri John (Dinamarca)

Crédito: Wikimedia.
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O príncipe Christian, da Dinamarca, de 10 anos, tem o mesmo nome que vários de seus antepassados reais. O reino europeu mantém desde o século XVI a tradição de batizar todos os primeiros filhos homens dos monarcas com os nomes de Christian e Frederick, alternadamente. Ele é o segundo na linha sucessória dinamarquesa, logo atrás de seu pai, o príncipe Frederick. Quem governa o reino nesse momento é sua avó, a rainha Margareth II.

 

Ingrid Alexandra (Noruega)

Crédito: Divulgação.
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Assim como a Bélgica, a Noruega mudou sua Constituição nos anos 90 para permitir que mulheres primogênitas também sejam coroadas, por isso Ingrid Alexandra, a segunda na linha de sucessão, pode se tornar a primeira mulher a reinar no país nórdico. Uma curiosidade sobre os direitos reais de Ingrid: há a remota possibilidade de ela governar dois reinos ao mesmo tempo. Isso porque a princesa é descendente de Eduardo VII, rei que governou o Reino Unido nos primeiros anos do século XX. As chances disso ocorrer, no entanto, são muito pequenas, já que na linha sucessória da coroa britânica ela está na posição 64.

 

Estelle Silvia Ewa Mary (Suécia)

Crédito: Wikimedia.
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A princesinha sueca de apenas 3 anos, acreditem, tem laços com o Brasil. Ela é bisneta da brasileira Alice Soares de Toledo, ou Alice Sommerlath, descendente do rei Afonso III, de Portugal, e mãe da rainha consorte Sílvia, que governa a Suécia desde 1976 até hoje, ao lado do rei Carlos XVI. Estelle é a segunda na linha de sucessão do reino.

 

Jacques Honoré Rainier (Mônaco)

Crédito: Divulgação.
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O mais novo de todos príncipes da lista ainda não completou um ano de idade, mas já nasceu poderoso. O pequeno Jacques (Jaime, em português) veio ao mundo em 10 de dezembro de 2014 e é filho do príncipe Alberto II com a princesa Charlenne Wittstock, ex-nadadora profissional sul-africana. Jacques tem uma irmã gêmea, Gabriella Thérèse Marie, a segunda na linha sucessória.

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