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A ex-integrante do Femen, Sara Winter. (foto: Facebook/Marcha pela Vida - RJ)
A ex-integrante do Femen, Sara Winter. (foto: Facebook/Marcha pela Vida - RJ)
Defesa da Vida

Mês de maio abre a temporada de marchas pela vida no Brasil

Ex-feminista Sara Winter foi a estrela da manifestação no Rio de Janeiro, que acolheu a 4ª edição do evento; Catalão, Goiânia e Campo Grande são as próximas a celebrar a vida em gestação

Maio foi o mês escolhido por vários grupos pró-vida para promoverem a causa do respeito à vida humana desde a concepção. As chamadas marchas pela vida, que anteriormente eram concentradas em Brasília, ocorrem em número cada vez maior de cidades. Neste ano foi a capital fluminense que abriu a temporada de manifestações.

No dia 1º, a cidade do Rio de Janeiro recebeu a 4ª edição da Marcha Pela Vida, promovida pelo Movimento Brasil sem Aborto. Entre as centenas de manifestantes estavam mães com seus filhos, autoridades políticas, ativistas pró-vida e representantes religiosos.

A principal bandeira foi, mais uma vez, a aprovação do Estatuto do Nascituro, que protege os direitos da criança ainda não nascida, assim como da gestante.  O evento na capital Fluminense teve como tema “Protegendo o trabalhador do futuro”, numa alusão ao feriado do Dia do Trabalhador.

Como participante de destaque na passeata que percorreu toda a orla de Copacabana estava a ex-feminista Sara Winter. Ela foi primeira brasileira a integrante do Femen, o grupo feminista mais radical da Europa. A mudança de vida ocorreu após o nascimento de seu filho Hector Valentim. Sara é hoje uma das principais defensoras da maternidade e vem ganhando papel de destaque cada vez maior no movimento pró-vida.

No Brasil

Durante este mês acontecem outras três marchas. No dia 19 a cidade de Catalão, em Goiás, recebe sua 3ª edição e Goiânia a 8ª. Já no dia 21 é a vez de Campo Grande promover pela terceira vez o evento.

No dia 7 de junho, o Movimento Brasil sem Aborto, que completa 10 anos em 2016, organizará a 9ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida contra o Aborto, em Brasília, com o tema “Quero viver! Você me ajuda?”. Além da aprovação do Estatuto do Nascituro, o objetivo da manifestação é questionar o PL 882/2015, que em seu artigo 19 revoga os artigos 124, 126 e 128 do atual Código Penal, e faz com que o aborto deixe de ser crime, em qualquer circunstância, exceto quando realizado contra a vontade da gestante; e também a SUG 15/2014, que pede a realização do aborto pelo Sistema Único de Saúde (SUS) até 12 semanas de gestação, bastando a vontade da gestante.

3 Comentários
  1. vcs resumiram bem na última frase “bastando a vontade da gestante” ou seja, porque a igreja e vcs acham que são seres supremos que podem dar ou tirar direitos pra alguém? nao foi o mesmo deus que deu um negócio chamado livre arbítrio ou vcs esqueceram disso? a questão aqui é de SAÚDE e não criminal! quer ver a moralidade de vcs cair por água abaixo? qual a diferença do feto de uma garota engravidada pelo próprio pai e o feto de uma garota que fez sexo sem proteção? patologicamente eles são iguais, mas pra moral e bons costumes das igrejas eles tem diferenças, ou não né, pra vcs o filho dos outros sempre vai ser benção pq não é vcs quem criar. Não vou nem entrar no âmbito de Sara Winter pois essa garota só quer aparecer e em breve estará na nossa tv em horário de propaganda eleitoral pq todo mundo quer um salário e as mamatas de um deputados… a fé de vcs é muito fraca

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