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Crédito: Divulgação/Ficha policial
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Atualidades

Condenada professora que promovia “clube da luta” entre crianças de pré-escola

Entre os abusos praticados por Sarah Jordan estava a prática de atingir seus alunos com jatos d'água em pressão máxima

Um julgamento ocorrido neste mês nos Estados Unidos tem causado indignação pública e apreensão por parte de pais de alunos. Uma ex-professora de pré-escola da cidade Woodbridge foi considerada culpada de agredir física e emocionalmente sete crianças que estavam sob os seus cuidados. Entre os abusos, estava a promoção de um “clube da luta” na sala de aula, incentivando as crianças a brigarem umas com as outras.

A história de Sarah A. Jordan, 31 anos, foi contada pelo Washington Post. Ela foi condenada por sete acusações de crueldade contra crianças e seis contravenções. Está detida sem possibilidade de fiança até 6 de maio, quando sua sentença – que pode ser de até 41 anos de prisão – deve ser anunciada.

Sarah não mostrou reação alguma durante o veredito, enquanto os pais de algumas das crianças choravam no tribunal. Ela alegou não ser culpada e negou todas as acusações.

Uma das práticas de Sarah, segundo testemunhas, era castigar as crianças usando uma mangueira e atingindo-as com jatos de máxima potência. As violentas brigas entre os alunos também eram frequentes. A rotina de abusos durou cerca de três meses, quando enfim ela foi presa.

Inicialmente, Sarah recebeu 39 acusações de abusos, mas muitas foram recusadas pela juíza, por falta de provas. Ex-colegas testemunharam sobre eventos presenciados por eles.

O Washington Post conta que a prisão de Sarah e de sua colega Kierra N. Spriggs, de 26 anos, ocorreu depois que o Departamento de Serviço Social do estado da Virgínia descobriu que as duas se divertiam alimentando as crianças com salgadinhos de queijo apimentados e pisavam em seus pés. A denúncia partiu de outros funcionários da pré-escola. Pais de alunos disseram que os seus filhos estavam apresentando comportamento violento em casa. Kierra deve ir a julgamento em março.

 

Com informações do Washington Post.

Colaborou: Felipe Koller.

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