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Reprodução/YouTube
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Vídeo, Virtudes e Valores

Campanha mostra como mulheres que trabalham com esporte sofrem assédio

Homens ficam constrangidos ao ler diante das ofendidas as mensagens recebidas via Twitter por jornalistas esportivas

A internet tem se tornado um campo onde, aparentemente, é permitido dizer tudo o que não podemos ou não conseguimos dizer pessoalmente. Mensagens de ódio contra classes sociais, contra mulheres, contra quem vem de outro país ou pensa diferente se tornaram, infelizmente, comuns. Pensando em um destes grupos que sofre diariamente com o cyberbullying, o canal de transmissão online Just Not Sports lançou recentemente uma campanha contra o assédio virtual sofrido por mulheres que trabalham com esportes.

Diariamente mensagens cheias de raiva são direcionadas a duas repórteres americanas: Sarah Spain, da ESPN e Julie DiCaro, da Sports Illustrated, via Twitter, e para mostrar a força que estas palavras têm ao chegar até elas, alguns homens foram convidados a ler essas postagens em frente às duas. Elas já haviam lido as mensagens, mas eles não.

Enquanto as profissionais permanecem sentadas em frente aos convidados, eles leem mensagens como “espero que seu namorado bata em você” ou “você tinha que ser atingida na cabeça por um disco de hóquei e ser morta”.

É visível o desconforto nos olhos daqueles homens que foram chamados para ser a voz de tantos outros que, covardemente, acham que a internet é um muro de onde se pode destilar toda sua raiva, sem consequências. Palavras de baixo calão ou sinais preconceito devido à contratação de mulheres para altos postos em empresas também aparecem em várias postagens.

Com a hashtag #MoreThanMean  e a frase “Nós não falaríamos na cara delas. Então vamos digitar”, o vídeo termina mostrando como as palavras jogadas na internet são tão doloridas quanto se tivessem sido ditas olhando nos olhos. Confira abaixo o vídeo:

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