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Jônatas Dias Lima

Blog da Vida

Opinião e notícia sobre as causas pró-vida e pró-família

Rússia, o primeiro país a legalizar o aborto, agora pede a proibição total da prática

Movimento pró-vida tem conquistado importantes vitórias por lá e o fim da legalização pode estar próximo

Bigstock
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Deputados, escritores, atores e músicos se uniram à iniciativa de várias associações para proibir totalmente o aborto na Rússia, que foi o primeiro país a legalizar a prática, em 1920. Em apenas um dia, 300 mil pessoas assinaram a petição.

Segundo dados oficial, anualmente ocorrem na Rússia cerca de 700 mil abortos, mas as entidades pró-vida que lideram a campanha – como a Voluntários Ortodoxos  e a Mulheres pela Vida – acreditam que o número real é muito maior já nem todos os casos seguem os procedimentos oficiais para que a ocorrência seja registrada.

“Estamos cometendo crimes sangrentos comparáveis ao que ocorreu na II Guerra Mundial”, diziam os promotores da campanha numa alusão às batalhas contra os nazistas, que resultaram em 27 milhões de mortos.

A campanha, que começou em igrejas,  tem o apoio do patriarca da Igreja Ortodoxa Russa, Kirill. Ele declarou que é preciso que se torne crime o ato de “assassinar às crianças antes de seu nascimento”.

A petição exige a introdução de emendas legais que reconheçam os embriões como seres humanos em desenvolvimento, e cuja vida deve ser protegida por lei.

Kremlin

Nos últimos anos, o movimento pró-vida russo tem conquistado avanços importantes, como a proibição de propagandas de clínicas de aborto no país e a criação de um programa oficial, por parte do governo, para a promoção da natalidade.

Apesar disso e da estreita relação existente entre o presidente Putin e a Igreja Ortodoxa, o Kremlin ainda resiste em retirar o procedimento da lista de serviços médicos obrigatórios (fornecidos pelo governo).

Com informações de Infovaticana.

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3 Comentários

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  1. Aborto não diz respeito a leis, é parte do copo da mulher certamente a mulher decide. Violência é se achar dono da verdade e intromete-se no seu corpo. Só após a criança estar fora de seu corpo passa a ser um individuo, antes não porque se a mulher morrer o feto também morre, portanto ela decide o que vive e morre no seu corpo.

    • Meu caro, o bebê não faz parte do corpo da mulher. O bebê depende do corpo da mulher para sobreviver.
      Não é um órgão que você tira e fica sem. Tanto que após ter o bebê o corpo da mulher volta ao seu estado natural.
      O bebê tem DNA próprio, tem coração todos os órgãos próprios. Aborto é assassinato!! A diferença de matar o bebê na barriga e matá-lo fora está no fato do segundo ter visto a luz!!

  2. olá. Muito interessante e boa a notícia. Só gostaria de fazer uma pequena correção histórica. A prática do aborto foi liberada (até os três meses) em 1920. Em 1936, quando Stálin era dirigente da URSS, uma nova lei sobre a proteção da mãe e da criança proibiu a realização do aborto e passou a se exercer forte repressão sobre aqueles que a praticavam. Só em 1958, agora já sob direção de Kruchov, o aborto foi novamente liberado.

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