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Jônatas Dias Lima

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Opinião e notícia sobre as causas pró-vida e pró-família

Jeremy Irons, de Batman Vs. Superman: “o aborto prejudica a mulher”

Ator que interpreta o mordomo Alfred irritou feministas com sua última entrevista ao jornal The Guardian

Divulgação
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Muitas figuras influentes do mundo do entretenimento têm defendido a rede Planned Parenthood, a maior rede de clínicas de aborto do mundo, mesmo após a revelação de que a organização vendia no mercado negro pedaços dos bebês abortados em suas clínicas. Justamente por essa opção pro-choice (favorável ao aborto) ser majoritária em Hollywood é que chama a atenção sempre que um astro do cinema decide nadar contra a maré. É o que Jeremy Irons escolheu fazer recentemente.

Irons está em cartaz interpretando o mordomo Alfred no filme Batman Vs. Superman: A Origem da Justiça, e detém uma carreira de prestígio no cinema, que inclui um Oscar de melhor ator e dois Globos de Ouro. Numa entrevista ao jornal britânico The Guardian, ele deixa clara sua posição: “Acho que a Igreja está certa ao dizer que o aborto é pecado”. Ele continua: “O aborto prejudica a mulher – é um tremendo ataque mental e físico, às vezes. Mas parece que estamos vendo isso de forma confusa. De certo modo, graças a Deus que a Igreja Católica diz que não devemos permitir o aborto, porque senão ninguém mais diria que é um pecado”.

Um popular blog feminista em língua inglesa, Jezebel, chamou Irons de “um ­saco de peido estúpido” por seu pronunciamento contra o aborto. A escolha dos termos revela o nível moral dos críticos.

Surpreendentemente, o site satírico The Onion zombou da indignação com a declaração do ator com um artigo intitulado: “Indignação pública com o fato de que Jeremy Irons tem a mesma opinião que metade do Congresso”.

A reação contra Irons fica ainda mais absurda quando se lê até o final o que ele realmente disse. Irons não é um pró-vida convicto. De algum modo ele concilia sua convicção de que o aborto é um pecado com a legitimidade do aborto legalizado e diz, na mesma entrevista, que as mulheres deveriam sim ter o direito de abortar. Apesar dessa contradição, sua fala inicial continua a ser surpreendente e positiva.

 

Colaborou: Felipe Koller

Com informações de Life News.

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