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Defesa da Vida

13 mil pessoas vão às ruas pedir a revogação da lei do aborto na Cidade do México

Em 2007, a capital mexicana liberou o aborto até a 12ª semana de gestação, embora o restante do país tenha preservado a legislação que proíbe a prática

Milhares de mexicanos protestaram no último sábado (29/04) contra a lei do aborto livre, em vigor há dez anos na Cidade do México. Os manifestantes – mais de 13 mil, segundo os organizadores – percorreram as ruas da capital mexicana, concentrando-se em frente à sede da Assembleia Legislativa. A mobilização foi organizada pela ONG Pasos por la Vida, que promove o evento desde 2012, em parceria com diversas organizações pró-vida do país.

Na cidade, o aborto é permitido até as 12 semanas de gestação, devido a reformas no Código Penal e emendas na Lei de Saúde local que se deram em 2007. Grupos feministas e o governo da cidade, do Partido da Revolução Democrática, promoveram eventos comemorando os dez anos da data. A administração informou ainda que pretende ampliar gradualmente o prazo normativo para que seja permitido abortar até os seis meses de gestação.

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“É um disparate que o governo celebre a matança de quase 180 mil bebês ao amparo de uma lei que é injusta sob todos os aspectos”, disse Ángel Souberville, presidente da ONG, ao site Actuall. “Não deixaremos que o governo amplie o número de semanas. Essas reformas não passarão”.

“É importante dizer ao governo que não há nada a ser festejado. Deveriam ser elaboradas políticas públicas que apoiassem e respaldassem a mulher indefesa e vulnerável diante de uma gravidez, desejada ou não”, afirmou Andrés Chavez, coordenador da Frente Nacional pela Família na capital. “O aborto é uma saída falsa que descarta seres humanos”.

A marcha teve uma grande participação de mulheres e de jovens de ambos os sexos. “Esta é uma geração pró-vida, sem medo e participativa, que permite prever um futuro alentador”, disse Marcial Padilla, presidente da organização ConParticipación.

Em 2018, o México elegerá um novo presidente da República, além de 128 senadores e 500 deputados federais. Para Padilla, as marchas indicam que o movimento pró-vida começa a ter peso e número e influenciará largamente nas próximas eleições.

 

Com informações de Actuall.

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