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Foto: Prefeitura de Ilha Solteira/Facebook
Foto: Prefeitura de Ilha Solteira/Facebook
Ranking

As 10 melhores pequenas cidades do Brasil para se viver

Com base em dados do IBGE e do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), listamos os melhores municípios do país com menos de 100 mil habitantes

Os leitores Jorge Dantas e Jefferson Reisdorfer pediram e a equipe do Sempre Família atende: com base em dados do IBGE e do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), listamos as dez melhores cidades pequenas do Brasil para se viver. Elas se destacam como cidades que têm menos de 100 mil habitantes e estão no topo do ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que vai de zero a 1,0. O IDH é medido em todo o mundo pela ONU com base em indicadores de educação, renda e expectativa de vida. No Brasil, o levantamento ocorre a cada dez anos e é feito em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Os dados mais recentes, empregados para a elaboração deste ranking, são de 2010. Já a taxa populacional é fruto de estimativas atualizadas do IBGE com base no censo de 2010.

 

Foto: divulgação
Foto: divulgação

1º) Águas de São Pedro (SP) – Esse é o lugar para quem procura uma vida muito sossegada. Com 2.700 habitantes, o munícipio é o menos populoso dentre as 50 cidades brasileiras que estão no topo do ranking do IDH. Nessa lista de desenvolvimento humano que compara as mais de 5 mil cidades brasileiras, Águas de São Pedro está em segundo lugar, com 0,854 de IDH. Como uma das estâncias hidrominerais do estado de São Paulo, a cidade que fica a 187 quilômetros da capital, apoia sua economia no turismo.

 

 

Foto: Wikimedia Commons
Foto: Wikimedia Commons

2º) Joaçaba (SC) – É considerada a capital do Vale do Rio do Peixe, no oeste catarinense. A maior parte da população de 28 mil habitantes tem origem nos migrantes gaúchos, principalmente da região de Caxias do Sul, de origem italiana e alemã, que, de posse de pequenas glebas de terra, deram os primeiros passos na produção agrícola. A economia da cidade baseia-se também em indústrias do setor metal-mecânico. Joaçaba está entre as dez primeiras cidades do ranking nacional com IDH de 0,827.

 

 

Foto: divulgação
Foto: divulgação

3º) Vinhedo (SP) – Educação é a política pública de destaque em Vinhedo, cidade da região de Campinas que fica a 75 quilômetros da capital paulista, tem 71 mil habitantes e IDH de 0,817. Ano passado, Vinhedo recebeu o selo de cidade livre do analfabetismo e ganhou reconhecimento da mídia por seu método de ensino municipal. A cidade viveu o ciclo de café, mas hoje é conhecida pela produção de uva. Os condomínios de alto padrão fortaleceram o comércio e os serviços, como o parque de diversões Hopi Hari.

 

 

Nova Lima - MG 2
Foto: Prefeitura de Nova Lima

4º) Nova Lima (MG) – Localizada na região metropolitana de Belo Horizonte, a cidade tem IDH de 0,813 e 88 mil habitantes. Nos últimos anos, se consolidou como uma cidade de condomínios de alto padrão procurados por quem trabalha em BH e quer um lugar mais tranquilo para viver. Embora o grande símbolo do esporte seja o futebol do Villa Nova Atlético Clube, a cidade se rendeu ao rugby, talvez por inspiração dos antigos imigrantes ingleses, com o Nova Lima Rugby Club, o time dos “leões da montanha”.

 

 

Foto: Prefeitura de Ilha Solteira
Foto: Prefeitura de Ilha Solteira

5º) Ilha Solteira (SP) – Localizada no noroeste paulista, a quase 700 quilômetros da capital paulista, Ilha Solteira é uma estância turística nascida de forma planejada no fim dos anos 60 para abrigar os trabalhadores da Hidrelétrica de Ilha Solteira, instalada pela CESP no Rio Paraná. Por isso, seu padrão de urbanização é bastante elevado, com atendimento universal de energia elétrica, água e saneamento básico para seus 26 mil habitantes. O IDH de Ilha Solteira é de 0,812. Os destaques de sua economia são a indústria e a pecuária.

 

 

Foto: Wikimedia Commons
Foto: Wikimedia Commons

6º) Rio Fortuna (SC) – Com IDH de 0,806 e apenas 4.400 habitantes, Rio Fortuna é pacata, mas está próxima do movimento dos balneários catarinenses de Laguna, Imbituba e Garopaba, além de estar a apenas 125 quilômetros da capital, Florianópolis. A cidade, que integra a região metropolitana de Tubarão, tem sua formação ligada à agropecuária familiar adotada pelos colonizadores alemães. Mais recentemente, a cidade tem se apoiado economicamente também na piscicultura.

 

 

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

7º) Rio do Sul (SC) – A cidade de 66 mil habitantes, localizada no vale do Itajaí, está a meio caminho entre Joinville e Florianópolis, ambas a cerca de 180 quilômetros. Como muitas vizinhas, Rio do Sul guarda a herança germânica da colonização na cultura e na culinária. As escolas modelo municipais, de ensino integral, contribuem para o IDH de 0,802. Na economia destacam-se os setores têxtil, metal-mecânico, eletrônico e agropecuário. Há, contudo, um problema cíclico que tira o sono dos riosulenses: as cheias do Rio Itajaí-Açu.

 

 

Foto: divulgação
Foto: divulgação

8º) São Miguel do Oeste (SC) – Mais de 650 quilômetros separam a cidade do extremo oeste da capital catarinense, Florianópolis. São Miguel, com IDH de 0,801, foi fundada em 1954, mas tem raízes nas migrações de gaúchos atraídos pela extração de madeira nos anos 20. Embora tenha 39 mil habitantes, a cidade integra uma região com 200 municípios, entre eles Chapecó, que juntos somam 2 milhões de habitantes. Seu parque industrial é formado por empresas dos ramos metal-mecânico, de transportes, móveis e softwares.

 

 

Foto: Academia da Força Aérea Brasileira
Foto: Academia da Força Aérea Brasileira

9º) Pirassununga (SP) – O fenômeno da piracema no Rio Mojiguaçu, que os tupis descreviam como “peixes barulhentos”, deu nome à cidade. Hoje, no entanto, é a forte presença de estudantes entre os 74 mil habitantes que movimenta Pirassununga. Além de um câmpus da USP, fica lá a Academia da Força Aérea Brasileira. A cidade, localizada a 206 quilômetros de São Paulo, na próspera região de Campinas, conta também com mais de 100 indústrias, entre elas a que produz a famosa cachaça 51. Seu IDH é de 0,801.

 

 

Foto: divulgação
Foto: divulgação

10º) Concórdia (SC) – Com IDH de 0,800 e 72 mil habitantes, Concórdia, a 450 quilômetros de Florianópolis, é terceira maior cidade do oeste catarinense e lidera a produção nacional de suínos e aves. Não por acaso, ali nasceu a Sadia. A maior bacia leiteira de Santa Catarina e o Centro Nacional de Pesquisa de Suínos e Aves também estão em Concórdia. Em 2014, o município obteve o primeiro lugar estadual no índice Firjan de qualidade de vida, que leva em conta indicadores de educação, saúde, emprego e renda.

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81 Comentários
  1. Realmente Ilha Solteira é uma cidade maravilhosa de se viver!!! Vim para cá com minha família para criar meu filho em um lugar tranquilho, aconchegante e que ele pudesse correr nas ruas de bicicleta a pé…tivesse também uma vida saudável! E foi o que aconteceu! Hoje ele tem vinte e sete anos, trabalha fora, porque qualidade de vida vida aqui tem…mas não tem emprego! Amo respirar este ar puro e estar a beira do rio Paraná, rio São José e rio Tietê!!! E muito mais!!!!

  2. Águas de São Pedro,infelizmente está muito ruim. O comércio desenfreado,gerou uma atmosfera de “rua 25 de março”. Em cada canto,tem uma lojinha,mini shoppings,uma bagunça geral. Sujeira,música,se é que se pode chamar barulho de música, o tempo todo e com o som muito alto. É muito difícil ter paz em um ambiente tão barulhento e congestionado de gente e carros. Infelizmente,Águas de São Pedro não vale mais a pena,nem visitar,quanto mais morar.

  3. Acho que esse Ranking errou feio em Pirassununga… a onde estão essas 100 indústrias??? Moro em Pirassununga desde quando nasci tenho 22 anos e mesmo com estudo técnico ainda estou a procura de emprego!!! Antes mesmo da crise aqui é extremamente dificil emprego e quando tem vaga só entra quem tem cunha, as ruas e a cidade em si está as traças, mal limpeza e escassez de entretenimento (só agora em 2016 que veio um cinema pra cá), só arrumam a praça da rua da prefeita e as da AFA pq moro em frente de uma enorme que é mal cuidada a ponto de bares usarem de quiosque, não tem se quer um parquinho pra um bairro enorme!!! escolas péssimas, comércio que só fecha e não entra nenhuma empresa aqui pq o vice prefeito é dono de uma loja de sapatos e não deixa entrar nenhuma rede grande!!!! sem contar o péssimo asfalto o qual pra aparentar ser bom eles pintam faixas! semáforos bugados , e um centro esportivo com 2 piscinas enormes jogadas no limbo!

  4. Achei injusta essa pesquisa, falo isso pois conheço várias cidades no Brasil e eles só sitaram ai SC e SP. Bem já morei em uma cidade que nunca vou esquecer que é Ceará Mirim no Rio Grande do Norte, perto de Natal fica a uma hora de ônibus (transporte publico) e 30 minutos de carro.
    Ceará Mirim é tranquila, tudo oque você quer encontra lá. Salão de beleza, variasssss padarias, supermercados, Lojas de roupas, praças, igrejas, e se você não encontrar oque você quer lá pode correr para Natal-RN que é ótima cidade tambem falo em todos os aspectos, a segurança lá é ótima.
    Ótimas praias, pontos turísticos que tem muitosssss, Lojas, enfim Natal é MT bom.

    Outro lugar bom é São Luiz do Maranhão.

    • Com toda certeza, sr. Marco Antônio. Concordo inteiramente! Pois, a maioria ( ou a totalidade ) dessas cidades que são ou se imaginam bem planejdas, estão localizadas nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. E a esmagadora maioria dessas populações são de ascendência européia. E com suas devidas exceções, essas populações são arredias ao convívio com nordestinos, negros e afrodescendentes.

      • Totalemnte mentiroso. Não confunda Catarinense com Gaucho. Vá a uma colônia alema aqui em SC e depois vá a uma no RS. Lá eles te chamam de brasileiro, como se eles nem fossem, eles sim são uns socialistas preconceitusos. Aqui em SC, sempre convivi com gente de todas as cores e origens, Nosso único preconceito na maioria é com gente inconveniente e porca daqueles tipos que nao uidam nem de tirar o lixo da frente da calçada de casa, sabe. O maior preconceito aqui é com Gauchos. Eu partircularmente, apesar de ter amigos gauchos, desprezo esse povo. Estão infestando cidades inteiras aqui em SC. Se o RS fosse tão bom eles nao viriam pra cá.

  5. Acho muito mentiroso esses índices tem muitas cidades com maiores desenvolvimentos no país e tudo o que sabe fazer é puxar saco sempre de Sp sou de São Paulo mas, ja morei em outros lugares e sei que não é bem assim. Ja foram em Palotina Oeste do Pr do Pr ? com certeza nem conhecem o indice é elevadissimo nem favela tem lá. Já foram em Marechal Candido Rondom?

  6. Sinceramente, eu acho que usar o IDH para se dizer o melhor lugar para viver não tem nada a ver. Amaioria dessas cidades é boa para que m nasceu e cresceu na cidade, eu mesmo acho algumas delas deprimentes. O bom mesmo é morar de frente para o mar ou nas montanhas bem acompanhado, com terreno bom para vc ter um jardim , cachorro e saude.

  7. 10 mil habitantes já é gente demais, essas citadas na reportagem são todas megalópoles hiper-populadas, onde precisa carro, onde já tá cheio de industria, onde já precisa duzias de policiais por conta de tanta área a policiar.

    Bom mesmo é currutela com 3 a 8 mil habitantes, a pelo menos 50Km de outra cidade próxima. Aí sim falamos de INTERIOR.

    Não adianta ter IDH alto mas ficar perto de metrópole, ter turista circulando toda semana (Fazendo turismo ou só praticando crimes longe de casa), tem que ser pequeno o suficiente pra você conhecer todo mundo (Reconhecer de cara os “intrusos”, não-confiáveis), e longe o suficiente de metrópole pra não ter oportunista de passagem pelo lugar (Por isso não pode ser cidade em beira de rodovia, não pode ser ponto de passagem, tem que ser destino final de viagem).

  8. um problema que vejo crescer bastante é o excesso de barulho, não de crianças brincando, ou bichinhos se divertindo, mas desses som automotivo e esses potentes aparelhos de som em casa, as pessoas não tem mais respeito pelo vizinho e aumentam o volume o maximo que que podem. Voces poderiam falar algo sobre isso?

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