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6 atitudes fundamentais para se dar bem com os sogros

Depois do casamento, o pai e a mãe de seu cônjuge passam a fazer parte da sua vida de forma permanente; para manter essa relação sadia é preciso colocar as virtudes em ação

Seja prudente

A prudência em relação aos sogros é uma das chaves mais importantes. Muitos conflitos certamente poderiam ser evitados se nesse momento se atuasse com prudência. Essa virtude proporciona ao ser humano o domínio de si mesmo, permite pensar antes de agir e ajuda a determinar em que momento se deve expressar algo com firmeza e em que momento é melhor “deixar passar”. Algumas vezes é preciso fazer-se de surdo diante de comentários inconvenientes, pois são ninharias e não vale a pena envolver-se nelas, nem trazer conflitos desnecessários para o matrimônio.

 

Respeite-os sempre

Os sogros merecem respeito. São os pais da pessoa por quem se apaixonou e com quem você escolheu dividir a vida. É inevitável ter uma relação com eles e esse vínculo deverá partir sempre da cordialidade. É necessário cuidar das palavras, evitar discussões acaloradas, olhares acusadores ou respostas ríspidas. A emissão de opiniões tem de ser bastante cuidadosa, pois sempre há a possibilidade de, ao ferir os sogros, acabar ferindo o próprio cônjuge.

 

Nada de comparações

Cada um foi educado de uma forma, às vezes muito diferentes uma da outra, mas que não devem ser objeto de comparação. Quando se conhece melhor como foi a criação do cônjuge, talvez se possa entender muitos de seus medos, atitudes e frustrações. Portanto, em vez de comparar a própria criação com aquela dada por seus sogros ao cônjuge, use esse conhecimento para compreendê-los dentro de um contexto e com suas condições particulares.

 

Estabeleça limites

É sadio e conveniente para o casamento estabelecer limites com a família de origem de cada um. Há temas que só convêm aos esposos e não é necessária (nem desejável) a intromissão dos sogros, a não ser que sejam os próprios filhos a pedir suas opiniões. Também há momentos em que os cônjuges devem viver sozinhos. Haverá outras oportunidades para compartilhar da companhia dos familiares. Assim que esses limites são estabelecidos pelos esposos, é importante fazer as famílias de origem tomarem ciência de suas preferências, com todo o respeito e amor que essa conversa exige.
Valorize a harmonia familiar

O primeiro a agir para resolver uma relação ruim com os sogros é o cônjuge, já que o amor entre esposos, naturalmente, estimula ambos a muitas vezes abrirem mão do direito de “estar certo”.  Um bom matrimônio envolve esfoço e sacrifícios – como quase tudo na vida – e muitas vezes, falar sobre os sogros se transforma em tabu. Ainda assim, com boas maneiras, flexibilidade, inteligência emocional e uma grande quantidade de amor é possível superar momentos difíceis e fazer com que deles brote longos períodos de tranquilidade para todos os corações envolvidos.

 

Diálogo constante

Por último, a comunicação do casal será a melhor ferramenta para enfrentar qualquer dificuldade com a família original. Com muita delicadeza e empatia se pode expressar ao marido ou à esposa os desacordos com sua família ou as atitudes que geram incômodo. Ambos os esposos devem buscar a solução, assim como comprometer-se a superar o impasse. O importante é que o amor conjugal jamais seja afetado pela relação com os sogros, pois quando ocorre o matrimônio, assume-se uma nova e prioritária posição familiar: a de marido e mulher. Embora o fato de serem filhos continue a ser importante, deixa de ser o principal papel dentro do universo da família. O foco passa a ser sempre proteger o matrimônio.

Com informações do La Família.

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