Em carta a governadores, diretor do CDC pede agilidade na distribuição e aplicação da vacina. Ainda não há imunizantes disponíveis| Foto: Karolina Grabowska/ Pexels
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O diretor do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, Robert Redfield, enviou uma carta a governadores, na qual pede que eles atuem para garantir a rápida distribuição e as aplicações de uma eventual vacina contra a Covid-19 a partir do dia 1º de novembro.

O CDC destaca o tamanho do desafio logístico e pede que sejam aceleradas autorizações e licenças para essa operação.

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Na carta, o diretor relata que, se necessário, os estados deveriam deixar de fazer algumas exigências normais, a fim de apressar o processo. Segundo Redfield, porém, isso não comprometerá a segurança ou a integridade dos produtos distribuídos.

A carta da autoridade americana é datada do dia 27 de agosto e foi divulgada nesta quarta-feira (2), pela imprensa norte-americana. Não está claro, porém, se haverá vacina que tenha terminado os testes e mostrado eficiência até esse prazo citado pelo CDC.

Corrida das vacinas

Até o momento, há oito candidatas que já deram início à terceira fase dos ensaios clínicos – quando a vacina é testada em milhares de candidatos, a fim de verificar a segurança e eficácia. Os dados são da Organização Mundial da Saúde.

Ao todo, 33 vacinas estão sendo testadas em seres humanos e, somando às candidatas que estão em fases anteriores, em animais ou em laboratório, há 176 vacinas em desenvolvimento.

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No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou os testes clínicos de cinco imunizantes:

  • ChAdOx1-S (Universidade de Oxford/AstraZeneca);
  • Vírus inativado (Sinovac Research & Development);
  • BNT162b1 e BNT162b2 (BioNTech e Wyeth/Pfizer);
  • Ad26.COV2.S (Janssen).

Acompanhe a evolução de cada uma das vacinas em estudo a partir deste especial da Gazeta do Povo.

Infográficos Gazeta do Povo[Clique para ampliar]
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