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Crédito: Bigstock.
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Comportamento

Rede Hilton corta o acesso a canais pornográficos em seus hotéis

A medida foi tomada depois de o nome da empresa ser incluso numa lista de organizações acusadas de contribuir para a exploração sexual e difusão da pornografia

A rede internacional de hotéis Hilton, presente em 80 países, anunciou que não permitirá mais o acesso a canais pay per view que transmitam conteúdos pornográficos nos quartos de seus estabelecimentos. A maior parte dos cerca de 4,2 mil hotéis da empresa já aplica a medida desde esta segunda-feira (1º de setembro).

A decisão da Hilton tornou-se pública em agosto, quando a ONG norte-americana National Center on Sexual Exploitation (NCOSE) postou em seu site um agradecimento à rede de hotéis. No comunicado o diretor-executivo da entidade, Dawn Hawkins, diz que a medida “cria um ambiente mais seguro e positivo para todos os seus clientes” e explica que a pornografia “não apenas contribui para a procura por tráfico sexual, que é uma séria preocupação nos hotéis, mas também contribui para a exploração infantil, violência sexual e vícios pornográficos ao longo da vida”.

No Brasil, a Hilton tem hotéis nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Em toda a América do Sul são 25 estabelecimentos.

Dirty Dozen

Recentemente a Hilton foi inclusa na lista Dirty Dozen (Dúzia Suja, em português), que reúne as entidades que mais contribuem para a difusão de pornografia e exploração sexual. Com o anúncio da rede, o nome da empresa será retirado da lista. Outras organizações famosas internacionalmente que tiveram o nome incluso entre os “doze sujos” neste ano foram o Facebook, o YouTube e a franquia 50 Tons de Cinza.

A NCOSE, anteriormente conhecida como Morality in Media, foi fundada em 1962, em Nova York, e tem como foco de atuação a defesa da dignidade humana e o enfrentamento de todo tipo de exploração sexual, o que envolve a luta contra a pornografia na mídia norte-americana.

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