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Angélica Favretto

Mil Novecentos e Bolinha

Um blog nostálgico

E quem não queria ser cientista com o Beakman?

Transmitido pela TV Cultura na década de 90 o programa era um prato cheio para matar a curiosidade das crianças.

Divulgação/Sony
Divulgação/Sony

Não sei quanto a você, mas eu sempre fui bem curiosa. E na minha infância não tinha Youtube e nem aplicativos para minha mãe colocar vídeos educativos e eu assistir. Portanto, eu tinha que me virar com a programação da televisão e livros tipo a Barsa. (Sabem a Barsa? HAHAH). Mas alguém teve a iluminação divina de criar alguns programas maravilhosos que saciavam a minha curiosidade das coisas e ainda me ensinavam outras tantas. Tipo Beakman.

BADABIN BADABAN! Era assim que o Beakman mostrava o resultado de seus experimentos. Não lembro bem qual era a minha idade na época em que eu assistia ele, mas lembro certinho do dia em que ele ensinou a fazer chulé. HAHAHA! Que utilidade isso tem na minha vida hoje? Nenhuma. Mas eu achava na época que aquilo ainda poderia ser útil. HAHAHA!

O programa foi criado na década de 90 pela Columbia Pictures e aqui no Brasil quem transmitia era a TV Cultura – ah…sempre ela. Tem lugarzinho no coração! O formato era simples: responder as perguntas que chegavam por cartas (SIIIM!) e que eram enviadas por crianças, adultos e até alguns professores dos Estados Unidos, Canadá e Suécia. E parece que chegavam em torno de mil cartas por semana ao programa.

O cara que interpretava o Beakman se chama Paul Zaloom e recentemente esteve no Brasil. E claro, ele não era cientista. Ele é um ator mesmo.  Além dele, participavam do programa o Lester, que era um rato gigante que não queria nunca ajudar o Beakman nos experimentos, mas que depois da promessa de comida era convencido; e uma ajudante, que na primeira temporada se chamava Josie, na segunda e na terceira era a Lisa, e na última temporada era a Phoebe.

E lembra dos nomes e cidades engraçadas dos remetentes das cartas? “Toni Corrente, de Casa de Força escreve: Querido Beakman!” AHHAHA! Melhores nomes. Mas parece que essa história de incluir nomes engraçadinhos foi criada pelos dubladores daqui. Se for verdade, acertaram em cheio! E as frases ditas pela gaiola quando a ajudando ia pegar as cartas?

No início do programa o Beakman sempre trazia uma curiosidade e depois uma das cartas era lida com uma dúvida. Então ele dava toda a explicação, muitas vezes interpretando personagens importantes da história e aí nos ensinava algo para compreendermos melhor o que ele disse anteriormente. E depois vinha mais um balde de curiosidades respondidas pelo Beakman e no fim o Desafio do Beakman! Aliás, o Lester nunca ganhou um desses desafios.

Hoje, o Paul Zaloom tem 66 anos e faz uma série de apresentações pelo mundo, como Beakman. Por isso esteve recentemente no Brasil e também outras vezes. O Lester infelizmente faleceu em 2009 vítima de um câncer, e as ajudantes seguiram carreira atuando em filmes, série e fazendo dublagem.

Fica aí com um pedaço de um episódio do programa para matar a saudade:

 

 

 

 

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