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Educação dos filhos

Justiça colombiana proíbe doutrinação sexual de crianças na escola

Principal tribunal do país determinou que alunos do ensino fundamental não devem ser expostos à disciplina de “educação para a sexualidade”

A corte constitucional da Colômbia deu razão ao procurador geral da nação, Alejandro Ordóñez, e determinou que a disciplina de sexualidade não deve ser ministrada a crianças da educação primária e pré-escolar, como pretendia um grupo denominado Sin embarazos en adolescentes, com o apoio da ministra da educação, Gina Parody.

O grupo, encabeçado pelo ativista Carlos Arturo Silva Marín – que também promove o “direito ao aborto” – solicitou à corte constitucional em meados do ano passado que a matéria de “educação para a sexualidade” fosse estendida a crianças da educação primária e pré-escolar. Uma lei de 2007 já garante a disciplina para o ensino médio e superior.

Consultado pela corte, Ordóñez advertiu que atender ao pedido do grupo poderia ocasionar “consequências indesejáveis, como curiosidades sobre comportamento sexual que acelerem de maneira inconveniente o início da vida sexual das crianças e adolescentes, com o já conhecido risco de gravidez na adolescência e contágio por doenças sexualmente transmissíveis”.

Recentemente, a reivindicação do Sin embarazos en adolescentes recebeu o apoio de Parody, conhecida por sua relação homossexual com a também ministra Cecilia Álvarez.

“O procurador se equivoca quando pretende limitar a educação sexual ao ensino médio e superior”, publicou ela no Twitter.

Segundo a imprensa colombiana, em 24 de fevereiro a corte decidiu contra Silva Maríne Parody, reafirmando o conteúdo da lei já existente.

Em declarações à ACIprensa, Jesús Magaña, da plataforma Unidos por la Vida Colombia, destacou que “essa sentença da corte é um grave retrocesso para a agenda da cultura da morte, que busca impor a ideologia de gênero desde a pré-escola”.

“Hoje existe no ministério da educação uma forte corrente para impor a ideologia de gênero, que ao menos fica parcialmente contida com essa sentença”, acrescentou.

Magaña sublinhou ainda a importância de que se reconheça “a pertinência de que a educação sexual se dê de acordo com a idade, respeitando a maturidade própria e o direito dos pais a serem os primeiros educadores”.

 

Colaborou Felipe Koller.

Com informações de ACI Prensa

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