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Crédito: Bigstock.
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Saúde

Irmãs mais velhas tendem a ser mais gordas, diz pesquisa

Estudiosos da Suécia e da Nova Zelândia analisaram dados sobre a saúde de 13,4 mil pares de irmãs; resultados ajudam a explicar por que a taxa de obesidade está crescendo no mundo

Resultados de uma pesquisa recente devem deixar contentes irmãos caçulas de todo o mundo. Estudiosos concluíram que a ordem de nascimentos influencia na tendência de ganhar mais peso ao longo da vida, além de apontar outros riscos que o primeiro a nascer pode correr, e que não são enfrentados pelos que vêm depois.

De acordo com o jornal britânico Daily Mail, o estudo é o mais completo já feito sobre o assunto e foi liderado por especialistas da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, e da Universidade de Uppsala, na Suécia. Ao todo, dados sobre a saúde de 13,4 mil pares de irmãs foram analisados. Constatou-se que as mais velhas eram 30% mais propensas a ter excesso de peso e 40% mais propensas a serem obesas do que suas irmãs mais novas.

O estudo também avaliou dados, colhidos entre 1991 e 2009, de mulheres suecas que estavam grávidas e encontravam-se entre as semanas 10 e 12. Nessas circunstâncias, mais uma vez, as irmãs mais velhas registraram números maiores na balança. A média foi de 0,57 quilos a mais para as primeiras a nascer, e a altura de todas era equivalente. Ao longo dos 18 anos do período estudado, as caçulas também se destacaram por chegarem a 2009, em média, 120 gramas mais magras que suas irmãs.

A pesquisa não chega a uma conclusão do motivo pelo qual as primeiras a nascer tendem a ser mais gordas, mas os estudiosos disseram que o dado ajuda a explicar por que o número de obesos no mundo está crescendo. Como as famílias estão tendo menos filhos, é grande a quantidade de primogênitos no mundo e o grupo dos irmãos mais novos é bem menos numeroso do que no passado. Se esses são, justamente, os que tendem a ser mais magros, a consequência estatística é a de que a taxa de obesidade suba.

O estudo foi publicado no periódico científico Journal of Epidemiology and Community Health.

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