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Religião

Dez curiosidades sobre a Jornada Mundial da Juventude

Maior evento religioso do mundo dedicado aos jovens acontece em Cracóvia, Polônia, a terra de João Paulo II

A Jornada Mundial da Juventude de 2016 já começou! Trata-se do maior evento católico destinado aos jovens em todo o mundo. Este ano ocorre na Polônia, na cidade de Cracóvia, terra de João Paulo II. Muitos jovens do Brasil recordam com carinho a última edição do evento, que ocorreu no Rio de Janeiro, em 2013, e muitos deles passaram meses se preparando para participar deste encontro com o papa Francisco.

Para destacar esse importante momento para os católicos, o Sempre Família apresenta 10 curiosidades sobre o evento que talvez você não saiba:

 

1) A Jornada Mundial da Juventude acontece todos os anos a nível diocesano, no Domingo de Ramos, e a cada dois ou três anos como um encontro internacional, em julho ou agosto. Por isso, embora seja a 14ª edição internacional, o evento de Cracóvia é oficialmente a 31ª JMJ.

 

2) A cruz de 3,8 m que acompanha as jornadas não era originalmente ligada à juventude: foi feita por ocasião do Ano Santo da Redenção (1983-1984), quando a Igreja celebrou os 1950 anos da morte e ressurreição de Jesus, e ficou o ano todo na Basílica de S. Pedro. Foram os jovens que pediram a João Paulo II que lhes entregasse a cruz após o término das celebrações. “Levai-a pelo mundo como sinal do amor do Senhor à humanidade e anunciai que somente em Cristo morto e ressuscitado existe salvação e redenção”, disse o papa na ocasião. Um ano depois acontecia em Roma a primeira JMJ.

 

3) A Polônia é o segundo país a sediar duas jornadas – a primeira foi realizada em Czestochowa, em 1991. A Espanha sediou o evento em 1989, em Santiago de Compostela, e em 2011, em Madri.

 

4) Alguns elementos que hoje fazem parte da JMJ foram gradualmente inseridos em edições diferentes. A via-sacra começou a ser realizada na JMJ de Denver (1993). Os Dias nas Dioceses e o Festival da Juventude foram inseridos em Paris (1997). O ícone de Maria Salus Populi Romani acompanha as jornadas desde a edição de Roma (2000). Já a adoração eucarística na vigília dos jovens, que hoje é o ponto alto do evento, ocorreu pela primeira vez em Colônia (2005), na primeira JMJ presidida por Bento XVI.

 

5) Os encontros mais numerosos até agora foram em Manila, nas Filipinas (1995), do qual participaram mais de 4 milhões de jovens, e no Rio de Janeiro (2013), que contou com mais de 3 milhões de peregrinos. O encontro de Manila detinha o recorde de maior evento papal da história, até a missa celebrada pelo papa Francisco no mesmo lugar, em 2015, que reuniu cerca de 6 milhões de pessoas.

 

6) Bento XVI crismou 24 jovens durante a missa de envio da JMJ de Sydney (2008), que teve como tema “Recebereis a força do Espírito Santo e sereis minhas testemunhas” (At 1, 8).

 

7) O terrorista Ramzi Yousef, um dos principais responsáveis pelo atentado de 1993 ao World Trade Center, planejava assassinar João Paulo II durante a JMJ de Manila (1995). A ideia era explodir o papamóvel, usando um suicida disfarçado de padre. O plano, porém, foi descoberto quatro dias antes e Yousef fugiu para o Paquistão.

 

8) A vigília da JMJ de Madri (2011) ficou marcada por uma forte tempestade que fez o discurso do papa ser interrompido por alguns minutos, mas não espantou os jovens. “Vossa força é maior que a chuva”, disse Bento XVI à multidão quando pôde voltar a falar. No dia seguinte, disse: “Ontem vivemos uma grande aventura juntos”. Segundo o cardeal Rouco Varela, durante a chuva foi sugerido ao papa que se retirasse para os bastidores, ao que ele respondeu: “Enquanto os jovens ficarem, eu fico”.

 

9) Para a missa de envio da JMJ de 2005, em Colônia, o compositor alemão Thomas Gabriel compôs a Missa Mundi, representando os cinco continentes em estilo e instrumentação: um Kyrie europeu influenciado por Bach, um Gloria sul-americano com flautas de pã e instrumentos de corda, um Credo asiático com sitar, um Sanctus africano com tambores, e um Agnus Dei australiano com didjeridus.

 

10) Na adoração eucarística da JMJ de Madri (2011), foi utilizado o maior ostensório do mundo – o objeto litúrgico usado para expôr a hóstia consagrada para adoração. Custodiado na Sala dos Tesouros da catedral de Toledo, cidade medieval próxima a Madri, o ostensório tem três metros de altura, 180 quilos e foi fabricado em 1520 por Enrique de Arfe.

Divulgação
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Acesse o site oficial do evento para acompanhar novidades sobre a JMJ 2016.

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