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Foto: L'Osservatore Romano
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Religião

Criação de Francisco, Igreja Católica celebra o Dia Mundial dos Pobres neste domingo

O papa almoçará com 1,5 mil pobres em situação de rua

A Igreja Católica vai celebrar pela primeira vez neste domingo (19/11) o Dia Mundial dos Pobres, uma iniciativa instituída pelo papa Francisco em novembro do ano passado. Para marcar a comemoração, o papa presidirá uma missa na Basílica de São Pedro, depois da qual almoçará com 1,5 mil pobres. A missa contará com a presença de 4 mil pessoas em situação de pobreza – as outras 2,5 mil almoçarão em instituições católicas espalhadas por Roma.

Durante toda a semana, o Vaticano ofereceu na Praça Pio XII – em frente à Praça de São Pedro – consultas médicas gratuitas em várias especialidades com ajuda de várias instituições do setor. Numerosas dioceses e congregações em todo o mundo estão planejando atividades de voluntariado e ação social neste fim de semana.

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Durante o ano, a Igreja Católica promove ou participa de uma série de comemorações desse tipo, como o Dia Mundial das Comunicações Sociais (celebrado há 52 anos), o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado (celebrado há 103 anos), o Dia Mundial da Paz (celebrado há 50 anos) e o Dia Mundial da Alimentação (celebrado há 36 anos), uma iniciativa da FAO, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura.

O novo dia foi instituído através da carta apostólica Misericordia et Misera, no encerramento do Jubileu da Misericórdia, para ser celebrado todos os anos no penúltimo domingo do ano litúrgico católico. É a segunda comemoração desse tipo instituída por Francisco, depois do Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação, em 1º de setembro, que já era celebrado pelos ortodoxos desde 1989 e ao qual a Igreja Católica se uniu em 2015.

Mensagem

“Não pensemos nos pobres apenas como destinatários de uma boa obra de voluntariado, que se pratica uma vez por semana, ou, menos ainda, de gestos improvisados de boa vontade para pôr a consciência em paz”, escreveu Francisco em sua mensagem para a ocasião. “Estas experiências, embora válidas e úteis a fim de sensibilizar para as necessidades de tantos irmãos e para as injustiças que frequentemente são a sua causa, deveriam abrir a um verdadeiro encontro com os pobres e dar lugar a uma partilha que se torne estilo de vida”.

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