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Foto: Actuall.com
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Defesa da Vida

Como essa engenheira paralítica chocou os abortistas na assembleia da OEA

A condição dela foi causada por negligência médica ocorrida durante seu parto

Uma voz se destacou no “diálogo com as organizações da sociedade civil” durante a 47ª Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), que se realizou em Cancún, no México, de 19 a 21 de junho. Trata-se da jovem mexicana Andrea Flores, uma engenheira de 26 anos que pediu veementemente “o respeito por nosso direito à vida, de modo que seja desalentada qualquer iniciativa a favor da eutanásia, incluindo a alegada morte digna e o suicídio assistido”. O que dá ainda mais força as suas palavras é que Andrea sofre de paralisia cerebral espástica.

A engenheira ainda pediu “respeito também ao direito à vida da criança concebida com defeitos fetais, que precisa da nossa ajuda. O direito à vida das pessoas com deficiência deve ser protegido desde a concepção. O aborto por eugenia causou um genocídio, particularmente das crianças que sofrem de síndrome de Down”.

Reprodução/YouTube
Reprodução/YouTube

Andrea sofre a condição devido a uma negligência médica ocorrida durante seu parto. Aprendeu a andar aos 6 anos e aos 7 ingressou na escola, enfrentando a ridicularização de seus colegas. Graduou-se em Engenharia de Sistemas Computacionais, com uma bolsa da Universidade del Valle de México, e fez mestrado em Ciências da Família na Universidade Anáhuac.

A jovem não falou apenas por si mesma: ela estava presente como porta-voz de uma coalizão de organizações de pessoas portadoras de deficiência. O seu discurso defendeu a inversão do enfoque sobre a realidade dessas pessoas. “Devemos ser vistos como pessoas com capacidade de dar, de produzir, de ser úteis para servir ao nosso país, e não de ser marginalizados ou restritos a programas assistencialistas que impedem o nosso desenvolvimento”, disse Andrea.

Segundo o site Actuall, os delegados presentes na assembleia escutaram em absoluto silêncio o discurso da engenheira e, ao final, a aplaudiram de pé durante mais de um minuto. “Foi um duro golpe que desmontou, em muitos e em pleno primeiro dia de articulações e lobbies, a retórica abortista e sua lógica de descarte”, avaliou o jornalista Diego Hernández.

 

 

Com informações de Actuall.

 

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