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José de Anchieta: Patrono da Educação do Brasil

Após o estrondoso sucesso do livro Desconstruindo Paulo Freire, organizado por Thomas Giulliano, tomou força no Brasil um movimento que tem por objetivo substituir o atual patrono da educação do Brasil por José de Anchieta. Por que José de Anchieta? A História de José de Anchieta confunde-se com a fundação das cidades de São Paulo […]

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Após o estrondoso sucesso do livro Desconstruindo Paulo Freire, organizado por Thomas Giulliano, tomou força no Brasil um movimento que tem por objetivo substituir o atual patrono da educação do Brasil por José de Anchieta.

Por que José de Anchieta?

A História de José de Anchieta confunde-se com a fundação das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro; por que não de todo o Brasil? Pouco tempo após sua chegada, cria em São Paulo um colégio para nativos e colonos: o Colégio de São Paulo. Dirige, posteriormente, o Colégio dos Jesuítas do Rio de Janeiro e de Vitória.

O incansável educador atravessava vastas porções de terra a pé para levar civilidade e cultura ao povo brasileiro que se formava. Foi o primeiro dramaturgo, o primeiro gramático e o primeiro poeta. Foi o autor da primeira gramática da língua tupi, e um dos primeiros autores da literatura brasileira, para a qual compôs inúmeras peças teatrais e poemas. É o patrono da cadeira de número um da Academia Brasileira de Música.

Paulo Freire, por sua vez, exaltou ditaduras e ditadores (“A revolução é biófila, é criadora de vida, ainda que, para criá-la, seja obrigada a deter vidas que proíbem a vida”. Pedagogia do Oprimido, p.233), minou a autoridade dos professores em sala de aula, transpôs o modelo de luta de classes para a realidade familiar, promoveu a degeneração dos costumes e da sexualidade. O “pedagogo” foi devidamente exposto no best-seller Desconstruindo Paulo Freire, escrito e organizado por Thomas Giulliano.

Alguns, no afã de defendê-lo, citam o dado de que ele é o pensador brasileiro com maior número de citações em trabalhos acadêmicos no exterior. Ora, isso não quer dizer absolutamente nada. Para ficar com um exemplo extremo: Hitler também é fartamente citado em trabalhos acadêmicos. Isso quer dizer, então, que o genocida prestou um bom serviço à humanidade? Trata-se, portanto, de uma falácia.

Quem deve ser o patrono de nossa educação? Um homem que fez enormes sacrifícios para educar nossas primeiras gerações ou um revolucionário que abraçou a causa responsável pela maior tragédia do século XX.

Não há dúvida de que Anchieta tem todas as credenciais para ser o patrono de nossa educação. Caso isso ocorra, nossas referências passarão a ser as melhores possíveis.

Em parceria com o Centro Anchieta, a CitizenGO Brasil lançou uma campanha para arrecadar assinaturas e apresentar aos deputados que apoiam esse movimento. Clique no link abaixo para assinar a campanha (não deixe de compartilhá-la com o maior número possível de pessoas).

https://www.citizengo.org/pt-br/ed/170851-jose-anchieta-patrono-da-educacao-do-brasil

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