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Quando as grandes empresas vão parar de confiar o valor de suas marcas à estranha mente de publicitários excêntricos, cujos valores são opostos à da maioria esmagadora da população?

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Depois de semanas de intensa rejeição popular à manifestações supostamente artísticas relacionadas à erotização infantil e à ideologia de gênero, a marca OMO, da Unilever, parece se esforçar para compartilhar do mesmo destino do banco Santander ou do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Em plena Semana da Criança, o comercial da marca resolveu não falar mais de crianças se sujando de tanto brincar no quintal de casa, nem de bebês que derrubam macarrão na roupinha. Eles escolheram lutar pelo direito dos “meninos trocarem fraldas de bonecas”.  Resolveram trocar o mundo real, inocente e popular, pela fantasia de ideólogos de gênero, facilmente desbancada pelo bom senso e pelas neurociências.

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É evidente que, por questão de justiça, é preciso deixar claro que dessa vez trata-se apenas de uma opinião equivocada. Não há ali um homem com a genitália de fora sendo tocado por uma criança, nem hóstias pichadas com termos de conotação sexual. É só a tolice de alguma mente publicitária muito engajada, e de executivos incompetentes que preferiram dar atenção a eles e não aos valores do público que compra sabão em pó.

Esse tiro no pé midiático transformou a OMO em alvo nas redes sociais. Alvo de quem está cansado de ver valores familiares sendo grosseiramente ofendidos há tempos por “artistas” e gente da mídia. A página da marca no Facebook está sendo negativada e os posts críticos  não param. Confiram lá.

Quer entender melhor por que a propaganda da OMO sobre “clichês de gênero” é uma grande besteira? Então você precisa entender melhor o que é ideologia de gênero.

 

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