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Casamento e Compromisso

7 temas que namorados devem discutir antes de decidir se casar

Uma das funções do período de namoro é justamente proporcionar tempo para que os dois conversem sobre assuntos que não podem ficar pendentes

Um casal que decidiu marcar a data do casamento precisa reconhecer que nenhum problema vivido no passado pode interferir nessa nova fase da relação. Uma das funções do período de namoro é justamente proporcionar tempo para que os dois conversem sobre todos os assuntos que não podem ficar pendentes e também aqueles que vão surgir depois do grande dia. O casal também precisa entender que o matrimônio mudará a vida dos dois, tanto na rotina, quanto financeira e emocionalmente.

Planejamento financeiro, divisão das tarefas domésticas, conhecimento mútuo de gostos pessoais, sonhos e projetos de cada um, abertura ao diálogo, tomada de decisões, prática religiosa e a ligação com a família e os amigos são temas que não podem faltar durante essa fase em que um precisa conhecer o outro profundamente. É o que defende a psicóloga Juliana Pimenta: “Todos esses assuntos merecem ser tratados nos momentos de conversas para que ambos cheguem convictos e seguros nesse grande momento da vida”.

Andréia e Thiago Camargos são influenciadores digitais e compartilham seu estilo de vida familiar por meio de um canal no Youtube. Adeptos do homeschooling, os dois mostram ao seu público como é a vida de um casal que educa os filhos baseados em princípios cristãos. Além disso, Déia e Tiba, como são conhecidos, contam tudo sobre como foi o processo de namoro e de noivado. Para eles, muitas questões precisam ser decididas antes do casamento.

Por isso, esse assunto foi pauta de um de seus vídeos publicados no canal. Os principais assuntos que eles elencaram são: abertura aos filhos, educação das crianças e vida financeira, sexual e religiosa. “Não são apenas detalhes, mas temas relevantes e importantíssimos para serem colocado às claras antes do matrimônio acontecer”, explicam na publicação.

Segundo Juliana, essas, entre outras questões, são bem importantes, porém o diálogo precisa estar acima de tudo. “Antes de casar é preciso saber se o casal sabe estabelecer uma boa conversa. Se ambos podem se colocar, falar, se ambos são ouvidos e respeitados, ou seja, se realmente há diálogo entre eles”, explica.

1. Desejo de ter filhos

Segundo Déia e Tiba, essa é a primeira questão que precisa ser decidida e vista antes do casamento. De acordo com Juliana, se um dos dois não estiver disposto a ter filhos, fica muito mais difícil o equilíbrio nesse relacionamento. “Um poderá se sobrecarregar mais que o outro e ainda podem começar a surgir barreiras devido a divisão de tempos, tarefa e dinheiro devido a exigências que um filho acarreta”, orienta.

2. Planejamento financeiro 

Para a especialista, também é imprescindível conversar sobre as questões financeiras. “É importante perceber durante o namoro e noivado como o outro faz essa administração, e se realmente a faz ou age de forma impulsiva, bem como se ambos têm propósitos convergentes”, recomenda Juliana. Para Déia e Tiba, é importante prestar atenção a isso já na conversa sobre a opção que o casal fará a respeito da comemoração do casamento. As dívidas geradas por uma festa muito imponente podem ser motivo de atritos logo nos primeiros meses de casamento.

3. Tarefas domésticas 

A divisão de tarefas domésticas é outro assunto decisivo. Quando se passa a compartilhar a mesma casa, dividir os afazeres é um fator essencial, para que cada um possa se organizar nas outras tarefas pessoais e profissionais sem se sobrecarregar.

4. Educação dos filhos

Falar sobre a educação dos filhos é mais do que essencial, porque quando os filhos chegam é bom que os cônjuges não se contradigam na frente deles. Para Déia e Tiba, um não pode “tirar a autoridade do outro diante das crianças”. Eles ressaltam ainda a importância de se certificar que o casal está na mesma página quando o assunto é o estilo de educação dos filhos, quer de forma geral, quer em relação à modalidade de escolarização e à educação religiosa.

5. Vida sexual

É importante dizer o que se espera um do outro no campo da sexualidade. Mais do que isso, é fundamental perceber durante o namoro como o outro enxerga essa dimensão do relacionamento e qual a disposição que cada um tem para aprender, pouco a pouco, a integrar a sexualidade em um caminho de manifestação do amor mútuo do casal. Quando esse campo não recebe a devida atenção, pode tornar-se um motivo de frustração para o relacionamento e, pior ainda, ocasião para o abuso e a violência.

6. Prioridades e projetos

Conversar sobre as prioridades e projetos é muito importante. Saber o que priorizar e decidir isso junto com o parceiro é o ideal. “Um dos aspectos a decidir juntos é se vão alugar uma casa ou vão construir uma”, exemplificam Déia e Tiba. Conversando sobre esse tipo de assunto, que no começo do namoro pode ser só um detalhe, é possível conhecer muito sobre o outro (e até a si mesmo) e antecipar possíveis embates.

7. Prática religiosa

As opções religiosas de cada um precisam ser manifestadas ao outro. Não basta simplesmente declarar de que religião você é, mas conversar sobre como cada um vê a relação com o sagrado, o papel da prática religiosa no dia a dia e o modo como a sua visão religiosa influencia decisões concretas na vida. Por isso tudo, esse aspecto não é um mero detalhe. A religiosidade pode ser um fator de união entre o casal, mas também de dissenso e de afastamento, se o casal não souber conversar sobre isso.

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