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Educação dos filhos

Noruega está tirando as crianças de pais que “não tem habilidades” para criar filhos

Documentário acusa excessos do serviço de proteção à infância do país que estaria separando famílias sem justificativa

 

O número de crianças e jovens retirados de suas famílias e colocados sob a proteção do Estado aumentou 50% na Noruega entre 2008 e 2013. Há diversos fatores que contribuíram para isso, mas, segundo um documentário lançado em 2016, uma das principais causas é justamente o serviço de proteção à infância do país, chamado de Barnevernet. Em 2010, a Noruega passou a proibir qualquer castigo corporal e desde então muitas famílias têm sido separadas de seus filhos.

O documentário francês Norvège: familles brisées (“Noruega: famílias partidas”, em tradução livre) foi produzido há um ano por Aline Fontaine, Ludovic Frossard e Yann Varenne. O filme, que pode ser assistido aqui com legendas em inglês ou espanhol, denuncia como o departamento tem manejado mal a situação das famílias e traumatizado relações em nome de um suposto bem das crianças.

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Profissionais e manifestantes da Noruega e do exterior têm chamado a atenção para o problema, dizendo que os profissionais de serviço social tomam com muita pressa a decisão de separar as crianças de suas famílias, às vezes sem justificativas razoáveis e sobretudo quando os pais são imigrantes.

“Há uma falta do que eu chamo de calor humano. Uma falta de empatia. É como se fossem intervenções policiais”, diz o psicólogo Einar Salvesen, um dos 170 profissionais noruegueses – entre os quais advogados, psicólogos e assistentes sociais – que dirigiram uma carta aberta de protesto ao Ministério da Infância em 2016.

Embora o Barnevernet alegue que na maioria dos casos a solução não é a separação entre pais e filhos, mas a assistência de modo a resolver os problemas e manter a família unida, o número de crianças em abrigos têm crescido. Na maior parte das vezes, os casos não envolvem drogas, álcool ou violência. A razão mais comum apontada para a separação é simplesmente “a falta de habilidades parentais”.

É o caso, por exemplo, de Christine, citada no documentário. Em uma noite de 2015, enquanto o seu marido Robert estava no trabalho, o Barnevernet visitou a sua casa e tirou do casal a guarda do seu filho Lukas, de apenas um mês. Como justificativa, o departamento mostrou um diagnóstico, emitido oito anos antes e já corrigido, que dizia que Christine tinha um retardo mental. Hoje, eles só podem ver Lukas oito horas por ano.

 

Com informações de Forum Libertas.

 

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3 Comentários
  1. ué, não foram vcs que publicaram um artigo elogiando os canalhas fardados no 7 de setembro. São esses malditos psicopatas q arrancarão as crianças dos pais quando essa tendência demoníaca chegar ao Brasil

    o governo é seu inimigo e militares são todos traidores do povo

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