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Julianna Rodrigues

Família em Tiras

Histórias reais do cotidiano familiar em quadrinhos

Apoio à perda gestacional e neonatal.

Como vivenciamos e como gostaríamos de vivenciar a assistência prestada nos casos de perda gestacional e neonatal.

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Família em Tiras, em parceria com Do Luto à Luta e Temos que falar sobre isso, promove uma semana de sensibilização à perda gestacional e neonatal.
Criamos tiras psicoeducativas apresentando como vivenciamos e como gostaríamos de vivenciar a assistência prestada nesses casos, com o objetivo de sensibilizar profissionais de saúde, familiares e amigos, já que existem estudos relacionando a falta de preparo e cuidado como prejudiciais no processo de elaboração do luto.
Desejamos trazer possibilidades de atendimento sensível, atencioso e cuidadoso que preserve a autonomia e dignidade humanas nas suas escolhas, para que assim o luto possa ser vivenciado, pois estará sendo reconhecido, autorizado e legitimado.
Convidamos a todos, pais, parentes, amigos e  profissionais de saúde, para refletir e aprender a lidar com este tema de uma forma mais humana, com mais sensibilidade e com mais empatia.

Hoje apresentamos a primeira tirinha da série, siga acompanhando durante toda a semana!

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 Contato: fb/familiaemtiras – ig/familiaemtiras – twitter @familiaemtiras – familiaemtiras@gmail.com

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2 Comentários

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  1. Antes deu engravidar do meu filho mais velho, tive uma gravidez anembrionaria ou anembrionada… não sei ao certo qual palavra é a certa. Isso significava que havia só a “casinha do feto”, mas não o feto. Numa explicao bem infantil. Descobri isso quando fui fazer o primeiro ultrassom. E sabe como a médica que fazia o exame deu a notícia para mim e para o eu marido? “Você tem certeza que está grávida? Porque eu não estou vendo nada aqui”. Estávamos super felizes… Claro que eu tinha certeza que estava grávida! E olha a forma “humana” que ela falou? Foi péssimo. Depois ela chamou outro medico para ver e ele sim, super simpático e com muita empatia disse “eu vejo uma gravidez aqui com menos semanas do que deveria ser. Isso pode acontecer também. Não se preocupe. O seu medico vai acompanhar com outros ultrassons”. Mas aí já não adiantava… A primeira medica já tinha acabado com a nossa felicidade pela forma grosseira que havia falado no inicio. Nas próximas semanas eu só fiquei esperando o inevitável, que foi o aborto. Quando engravidei do Miguel, seis meses depois desse acontecimento, mudei de clinica. Mas na hora do primeiro ultrassom, quase não conseguia andar. Tremia tanto, estava tão nervosa, que nem queria fazer o exame. Fiquei com trauma mesmo. Todos os outros ultrassons da gravidez do Miguel foram sinônimos de muito nervosismo e noites sem dormir.

    • Oi Carol, sinto muito pelo que você passou!! Infelizmente esta é uma realidade de muitos atendimentos de saúde que, ao invés de acolher e confortar, não tem o menor tato para lidar com essas situações! Imagino que, como você, a maioria dos casais se tornam mães e pais no momento em que recebem o resultado positivo da gravidez e a perda gestacional é a perda de um filho, é preciso entender isso!

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