Sempre Família - Porque cuidar é fundamental

Conecte-se ao Sempre Família

Siga-nos:
PUBLICIDADE
Foto: Divulgação/Facebook.
Foto: Divulgação/Facebook.
Virtudes e Valores

Ela tem síndrome de Down e não conseguia emprego, mas decidiu abrir seu próprio negócio

Ela começou vendendo cookies para um mercado, mas já recebeu mais de 10 mil encomendas.

Collette Divitto é uma garota de 26 anos que vive em Boston, nos Estados Unidos. Como adora cozinhar desde os 15 anos e faz cookies deliciosos, aos 22 ela resolveu procurar um emprego na área e distribuiu dezenas de currículos em diversas empresas. Nas entrevistas de emprego, ela não deixava de levar os saborosos cookies. Porém, ninguém a contratou.

Os cookies de Collette parecem deliciosos. Foto: Divulgação/Facebook.
Os cookies de Collette parecem deliciosos. Foto: Divulgação/Facebook.

“Muitas das pessoas que me entrevistaram disseram que eu era muito legal, mas não encaixava no que a empresa buscava”, conta ela. Mas a garota não desanimou e resolveu dar a volta por cima: junto com a mãe a irmão, decidiu abrir seu próprio negócio, especializado em cookies.

O Collettey’s Cookies recebeu sua primeira encomenda de um mercado de Boston interessado em revender os deliciosos cookies de chocolate com canela da garota. A princípio, Collette fazia 100 biscoitos por semana para o mercado. Porém, depois de aparecer em uma matéria na rede de televisão CBS, esse número subiu e ela já recebeu mais de 10 mil pedidos.

Com isso, Collette já precisa da ajuda de funcionários. E ela diz que a preferência será por pessoas que também possuam alguma deficiência, permitindo que ingressem no mercado de trabalho mais facilmente e sem preconceitos. A garota se orgulha que o seu negócio esteja se tornando um modelo para pessoas com deficiência.

Ela já recebeu mais de 10 mil pedidos. Foto: Divulgação/Facebook.
Ela já recebeu mais de 10 mil pedidos. Foto: Divulgação/Facebook.

“Acho que toda a rejeição que ela sentiu fez com que ela pensasse: ‘Vou mostrar para eles’”, diz sua mão, Rosemary Alfredo. “Eu nunca a eduquei olhando para ela como se ela tivesse qualquer limitação. Eu só dizia: ‘Todos temos limitações. Todos temos coisas em que somos bons e coisas em que não somos bons’”, conta.

Com informações de UpWorthy e CBS.

****

Recomendamos também:

França proíbe vídeo para não ofender quem abortou bebês com síndrome de Down

Agência de modelos rejeita bebê com síndrome de Down, mas ele ficou famoso mesmo assim

Aborto legalizado causa genocídio de crianças com síndrome de Down na Espanha

****

Curta nossa página no Facebook e siga-nos no Twitter.

Leia também